Newsletter
Revista Grandes Construções

Jogo Rápido

Edição 58 · 04/2015 · Abril 2015

Espaço Sobratema

M&T EXPO

Principal feira de negócios de equipamentos para construção e mineração da América Latina, a M&T EXPO será realizada de 9 a 13 de junho. A expectativa é contar, em uma área de 110 mil m², com mais de 500 expositores nacionais e internacionais, e receber cerca de 54 mil visitantes, vindos de todo o território nacional e do exterior. Para realizar o credenciamento antecipado:

http://www.mtexpo.com.br/

Programação do M&T EXPO Congresso

O M&T EXPO Congresso terá uma programação abrangente, com a realização de seminários e eventos especiais, entre os dias 10 e 12 de junho, como por exemplo, o III Congresso Nacional de Valorização do Rental, da Analoc, o 6º ENAMMIN – Encontro Nacional da Pequena e Média Mineração, da Signus Editora, e o Curso Pré-fabricados de Concreto – Uma abordagem completa da fábrica aos canteiros de obras, da Abcic. Confira a programação completa em

http://www.mtexpocongresso.com.br/

Sobratema no M&T EXPO Congresso

No dia 10 de junho, a Sobratema, em parceria com o IOPEX – Institute for Operational Excellence Brasil, promoverá o 2º Summit Internacional de Excelência Operacional & Lean Construction. A entidade ainda realizará, no dia 11 de junho, o seminário O Mercado Brasileiro de Equipamentos para Construção. No mesmo dia, o Instituto Opus organizará seu seminário.

Custo-horário

O programa Custo-Horário, que fornece os custos horários dos principais equipamentos de construção utilizados em diversas obras, aumentou a quantidade de modelos de máquinas para consulta e referência. O programa passa a ter 144 modelos, o que representa um aumento de 14% ante o número anterior que era de 126.

https://www.sobratema.org.br/CustoHorario

CURSOS INSTITUTO OPUS

Cursos em abril 2015

Data / Curso / Local

01 - 02 / Gerenciamento de Equipamentos e Manutenção de Frotas / Sede da Sobratema

06 - 09 / Supervisor de Rigging / Sede da Sobratema

13 - 17 / Rigger / Sede da Sobratema

23 - 25 / Gestão de Frotas / Sede da Sobratema

Cursos em maio 2015

Data / Curso / Local

04 - 06 / Gestão de Frotas / Sede da Sobratema

11 - 14 / Supervisor de Rigging / Sede da Sobratema

18 - 22 / Rigger / Sede da Sobratema

 

 

Porto de Santos I

A movimentação de cargas pelo Porto de Santos, em 2014, superou importantes marcas históricas, com especial destaque para os recordes na movimentação de contêineres, que deverá atingir um crescimento em torno de 8,0%, e do complexo soja, que tem previsão de aumento próximo a 2,6%.

O diretor presidente da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), Angelino Caputo, destaca que três recordes mensais foram atingidos em fevereiro (7,7 milhões t), março (10,4 milhões t) e junho (9,8 milhões t), e a expectativa é que Santos responda por 25,6% da movimentação da Balança Comercial Brasileira. Os embarques do complexo soja, até novembro, acumulavam 16,2 milhões t, patamar 2,8% superior ao recorde obtido no mesmo período do ano passado.

Caputo ressalta que os terminais de contêineres do Porto de Santos apresentaram desempenho superior ao dos principais complexos portuários do mundo, como Roterdã, na Holanda, e Hamburgo, na Alemanha, ao atingirem a média por hora de 104 movimentos. O Tecon Santos chegou a bater, no início de setembro, o recorde histórico da América do Sul, com uma performance de 1.694 contêineres em 8,74 horas de operação, alcançando a média de 193,92 movimentos por hora.

 

 

Estudo prevê a abertura de 54 hotéis no Brasil em 2015

Um levantamento elaborado pela consultoria BSH Internacional, especializada em investimentos hoteleiros, prevê a inauguração de 54 novos hotéis neste ano, o que significa a adição de 8,9 mil unidades habitacionais ao segmento nacional. A previsão de investimentos do setor chega a R$ 2,3 bilhões.

A região Sudeste deve receber metade do aporte previsto para o País, o equivalente a R$ 1,27 bilhão. A localidade tem 27 lançamentos previstos, totalizando 4,4 mil novos apartamentos. Apenas no Rio de Janeiro, os investimentos hoteleiros somam R$ 1 bilhão.

De acordo com a consultoria, as inaugurações devem gerar ainda 5,2 mil empregos, sendo 2,9 mil somente no Sudeste.

 

 

Porto de Santos II

O Porto de Santos registrou, também, em agosto, novo recorde histórico mensal, com 220.702 contêineres. Até novembro, a movimentação de contêineres somava 3,3 milhões TEU (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés), crescimento de 6,6% se comparado ao mesmo período de 2013. A performance foi atingida graças aos novos terminais da Embraport e Brasil Terminal Portuário, aos investimentos efetuados pelos demais terminais que operam essa modalidade de carga e aos esforços da Autoridade Portuária, em conjunto com a Secretaria de Portos (SEP), para manter as profundidades dos berços, do acesso aos berços e do canal de navegação do porto, que recebeu navios da classe “Cap San”, com capacidade para até 9,6 mil TEU, os maiores porta-contêineres a operar no complexo santista.

Também contribuiu para o resultado o fortalecimento da navegação de cabotagem que, até novembro de 2014, totalizou 13,0 milhões t – um crescimento de 21,3% se comparado com o acumulado no mesmo período de 2013. O número de contêineres transportados por cabotagem cresceu 92,3% nos 11 primeiros meses do ano e a participação da cabotagem no total de cargas transportadas cresceu de 10,2% para 12,8%.

A performance da carga geral conteinerizada, entretanto, não foi suficiente para compensar a queda na movimentação das principais commodities agrícolas, como açúcar (-9,2%), milho (-22,0%) e soja em grãos (-5,0%), que são os principais itens da pauta de mercadorias que passam pelo porto. Elas foram afetadas por uma combinação de fatores decorrentes de aspectos climáticos e da conjuntura econômica internacional, que impediu que o Porto de Santos superasse, neste ano, o recorde anual histórico obtido em 2013, um ano totalmente atípico na curva de crescimento da movimentação do Porto de Santos.

Apesar do movimento neste ano ter sido menor que em 2013, ainda assim, permaneceu dentro da curva estabelecida pela consultoria Louis Berger, dentro do Plano de Expansão do Porto de Santos.  A previsão é que o movimento geral de cargas atinja 110,5 milhões de toneladas, ficando 3,1% abaixo do resultado obtido no ano passado (114,0 milhões t), mas se caracterizando, ainda, como o segundo melhor movimento anual da história do porto, ficando atrás somente do total excepcional verificado em 2013. Os embarques devem atingir 75,9 milhões t e as descargas 34,6 milhões t.

 

 

Governo de SP lança licitação para interligar o Sistema Cantareira à bacia do Paraíba

A Sabesp lançou edital para a execução de obras para promover a interligação entre as represas Jaguari (bacia do Paraíba do Sul) e Atibainha (bacia do Sistema Cantareira). O empreendimento permitirá a captação de água na represa Jaguari e a transferência para a represa Atibainha. Com vazão média prevista de 5.130 litros por segundo e a máxima de 8.500 litros por segundo, o sistema também permitirá a transferência de água no sentido contrário, da represa Atibainha para a Jaguari.

A transferência estará pronta para funcionar em 18 meses, no sentido da Jaguari para a Atibainha, reforçando o Sistema Cantareira.  O transporte da água captada será feito por dois trechos distintos, com uma adutora com 13,5 km de extensão e uma adutora em túnel com 6,5 km de extensão.  Entre os dois trechos haverá uma estrutura de transição (tubo-túnel). O sistema será composto, ainda, por uma estação elevatória (de bombeamento), subestação elétrica e demais dispositivos.

O bombeamento no sentido inverso, da Atibainha para a Jaguari, estará em funcionamento com a conclusão total da obra – dentro de 1.080 dias (2 anos e 9 meses).

A represa Jaguari de Igaratá tem capacidade para 1,2 bilhão de m3 de água. Sozinha ela armazena 20% mais água do que o volume útil dos quatro reservatórios do Cantareira. A Jaguari alimenta o rio Paraíba do Sul, situação que não será afetada pela nova obra. A novidade é que a represa poderá também receber ou enviar água para o Sistema Cantareira.  A interligação é uma medida importante para enfrentar a pior seca da história do Sudeste.   A intervenção está prevista no Plano da Macrometrópole, que lista as obras necessárias para garantir o abastecimento nas próximas décadas para a Grande São Paulo, Região Metropolitana de Campinas, Baixada Santista e Vale do Paraíba. Sua execução é essencial diante da crise hídrica.

O edital completo encontra-se disponibilizado na página da Sabesp (www.sabesp.com.br), no acesso fornecedores.

 

 

Desenvolve SP: R$ 1,8 bi em 6 anos

A Desenvolve SP, Agência de Desenvolvimento do Governo Paulista, completa seis anos de atuação com mais de três mil operações de crédito no valor de R$ 1,8 bilhão em desembolsos concedidos para a expansão e modernização de pequenas e médias empresas e melhorias na infraestrutura de municípios.

De acordo com o levantamento, a carteira da Desenvolve SP registra 1.300 clientes atendidos em 242 cidades, sendo que 87% do montante foi destinado para o setor privado e 13% para o setor público. Na divisão por setor produtivo, a indústria paulista, historicamente a principal tomadora de recursos da Agência, foi responsável por investir R$ 879 milhões em expansão e modernização nos últimos seis anos, seguida das empresas prestadoras de serviços e do comércio com R$ 684,6 milhões. Já as prefeituras investiram R$ 234,2 milhões em obras de infraestrutura para os municípios.

Entre as principais linhas de financiamento da instituição, merecem destaque a “Economia Verde”, cada vez mais procurada para a realização de projetos ligados à sustentabilidade ambiental, a “FIP” - principal linha contratada para a implantação, ampliação e modernização da capacidade produtiva das empresas e a “Via SP”, voltada para a pavimentação urbana ou recape de vicinais dos municípios.

Juntas, somente essas três opções de crédito representam cerca de 40% dos desembolsos liberados pela instituição. Atualmente, as linhas tradicionais da Desenvolve SP têm juros a partir de 0,41% ao mês, atualizada pelo IPC-Fipe com prazos de até 10 anos para pagamento, incluindo períodos de carência máxima de 12 meses.

 

 

LiuGong investe em fábrica no Brasil

A LiuGong Machinery, um dos maiores fabricantes chineses de equipamento pesado para construção, anunciou, dia 20 de março, durante cerimônia de inauguração de sua primeira fábrica no Brasil, que investirá R$ 120 milhões no País. A planta está localizada em Mogi Guaçu - SP, cidade localizada na zona rural, a 180 km de São Paulo.

A LiuGong espera produzir 1500 unidades por ano na nova instalação. O investimento se dará ao longo de três anos refletindo as expectativas de evolução dos negócios no País. A fábrica vai entregar os equipamentos mais vendidos no mercado brasileiro, incluindo pás carregadeiras e escavadeiras. Esta será sua quarta fábrica fora da China, onde eles são líderes em escavadeiras e carregadeiras de rodas. No Brasil, a LiuGong tem operado desde 2007 e é reconhecida pela qualidade dos produtos, facilidade de manutenção e sua ampla gama de produtos para construção e mineração

O equipamento é distribuído em todo o Brasil e tem um sistema de suporte pós-venda com presença local. Uma das grandes vantagens oferecidas é que usam peças conhecidas e reconhecidas dos parceiros de classe mundial como a Cummins, ZF e outros.

A cidade de Mogi Guaçu oferece fácil acesso a alguns dos principais fornecedores de peças na região e sua localização estratégica é fundamental para o plano de negócios.

 

 

Rebaixamento de lençol freático com redução de tempo e energia

A Itubombas, empresa especializada em locação de motobombas, desenvolveu um sistema de rebaixamento por ponteiras a vácuo que permite a redução de 50% do consumo de energia em obras de rebaixamento de lençol freático. Com a tecnologia exclusiva, as ponteiras (dispositivos usados para sucção de água) são instaladas por um processo de encamisamento que conta com o auxílio de uma minicarregadeira do tipo Bobcat. Com a mecanização, a operação de rebaixamento é otimizada, combinando a diminuição do consumo de energia e com a redução do tempo de instalação das ponteiras.

A cravação mecânica proposta pela empresa pode até triplicar o número de ponteiras instaladas em um turno de trabalho, ampliando a eficácia do processo. Esta metodologia, associada ao sistema de estanque de sucção de água, torna o rebaixamento mais sustentável ao evitar vazamentos. O aspecto de sustentabilidade também ganha destaque pela redução do tempo das obras, que podem durar meses em alguns empreendimentos.

Tecnicamente falando, o sistema de cravação mecânica adota o uso de uma tubulação de ferro de seis polegadas e seis metros de comprimento, cravada com uso de uma minicarregadeira do tipo Bobcat, em conjunto com o uso de jato de água. Essa tubulação inicial servirá como “camisa” para o lançamento da ponteira de duas polegadas de PVC e mais material drenante do tipo brita ou areia. O conjunto de ponteiras interligado à bomba pelo tubo coletor, por sua vez, formará o sistema de captação de água do lençol freático.  Assim que é feita a instalação das ponteiras, os tubos de aço são retirados, criando a rede de sucção, processo ativado com as bombas autoescorvantes.

 

 

Infraestrutura para rede 4G deve aquecer demanda por equipamentos

Os fabricantes de equipamentos aguardam os desdobramentos do leilão da frequência de 700 mega-hertz (MHz), realizado em setembro de 2014, pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). A expectativa é de que as obras para ampliação da tecnologia de quarta geração de banda larga móvel (4G) sejam intensificadas em 2015. Atenta a esse cenário, a Vermeer vê oportunidades para posicionar a linha de valetadeiras. O modelo RTX550, por exemplo, é equipado com disco para abertura de microvalas para instalação de dutos de fibra óptica.

Por ser um equipamento de pequeno porte, a RTX550 mobiliza pouco espaço, operando em uma única faixa de rua ou avenida. Nos centros urbanos, esse é um fator importante para não tornar o trânsito ainda mais caótico. As dimensões deste modelo também viabilizam o uso no acostamento de rodovias. Com um motor de 65 hp, ela abre valas em diferentes tipos de asfaltos e bases, mesmo quando há pedras ou rochas.

Outro diferencial deste modelo para atender projetos em grandes centros urbanos é o disco de corte com deslocamento lateral. O recurso abre microvalas próximas à sarjeta para otimizar o espaço, além de efetuar o descarte do material escavado na lateral, o que facilita a limpeza da área.

O disco de corte abre valas de 5,4 cm de largura e até 60 cm de profundidade, evitando interferências em redes de água, gás e eletricidade, normalmente, instaladas entre 80 cm e 1,20 m da superfície. Com a RTX550, é possível ter uma microvala rasa, uniforme e sem interferir na infraestrutura do local.

 

 

Tatuzão chega a Ipanema

Chegou finalmente à Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro, o Tunnel Boring Machine (TBM), mais conhecido como ‘Tatuzão’, principal equipamento utilizado na escavação dos túneis no Trecho Sul das obras da Linha 4 do metrô carioca. A chegada do Tatuzão à Estação Nossa Senhora da Paz, no dia 25 de fevereiro, marcou um momento importante no empreendimento, celebrado por operários, técnicos e autoridades presentes. Foi a primeira vez que o tatuzão atravessou uma parede de estação.

Até chegar àquele ponto, o equipamento escavou aproximadamente 1.000 metros de túnel, entre a Estação General Osório e a Praça Nossa Senhora da Paz, em Ipanema. Ao mesmo tempo em que escava, a máquina instala as aduelas, anéis de concreto que formam a estrutura dos túneis. Todas as aduelas necessárias para a construção do túnel entre Ipanema e Gávea já foram produzidas e estão estocadas em um grande pátio, adjunto ao local onde foi montada a usina de concreto e fábrica das peças, no bairro da Leopoldina, Zona Norte do Rio

As obras da Linha 4 do Metrô do Rio de Janeiro estão divididas em dois trechos. No trecho Sul, da Gávea a Ipanema, o consórcio construtor responsável pelo empreendimento é o Consórcio Linha 4 Sul, formado pela Odebrecht Infraestrutura (líder), Carioca Engenharia e Queiroz Galvão. Já o trecho Oeste, que compreende as intervenções realizadas entre o Jardim Oceânico (Barra da Tijuca) e a Gávea, as obras estão sob a responsabilidade do Consórcio Construtor Rio Barra, formado pela Queiroz Galvão (líder), Odebrecht Infraestrutura, Carioca Engenharia, Cowan e Servix No primeiro trecho, cerca de 1 mil trabalhadores diretos atuam neste momento. Outros 2 mil, aproximadamente, estão em atividade no tramo Oeste.