Três novas PCHs entram em operação no Centro-Oeste
São as unidades de Indaiá Grande (MS), Indaizinho (MS) e Queixada (GO), todas com equipamentos fabricados pela Voith Hydro, uma das empresas líderes mundiais em equipamentos para geração de energia hidrelétrica.
Localizada no rio Indaiá Grande, em Cassilândia (MS), a PCH Indaiá Grande entrou em operação no dia 1° de setembro, com a instalação da terceira e última unidade geradora do tipo “Kaplan S”, cuja potência instalada é de 20 MW. O projeto foi executado pela empreiteira Quebec, em regime turn key, e contou com o fornecimento eletromecânico da Voith Hydro, desde a engenharia até a montagem e comissionamento. Antes dela, também entrou em operação a segunda unidade geradora da PCH Indaiazinho (MS), também com obras a cargo da Quebec. A Voith Hydro foi responsável por todo o projeto eletromecânico, que conta com duas máquinas “Kaplan S”, somando 12,5 MW de capacidade instalada da usina.
Instalada no rio Corrente, entre os municípios de Tarumã e Aporé (GO), a PCH Queixada, construída pela JMalucelli, entrou em operação no mês de agosto e tem capacidade instalada de 30 MW. O empreendimento foi todo construído com equipamentos da Voith Hydro, que também foi responsável pela interface, montagem e comissionamento. Essa é a primeira PCH construída com quatro turbinas Francis horizontais, cada uma com capacidade máxima de 7.770 MW. O projeto conhecido como Small Hydro, que causa menos impacto ambiental, vai gerar energia para o sistema de Goiás.


A Odebrecht Infraestrutura iniciou as obras civis da Usina Hidrelétrica Teles Pires com o primeiro lançamento de concreto na área do Circuito de Geração, marco importante na implantação do empreendimento. A fase representa o início das atividades de construção das estruturas principais da hidrelétrica localizada entre os estados do Pará e Mato Grosso.
O TCP - Terminal de Contêineres de Paranaguá, um dos maiores terminais portuários de contêineres do Brasil, iniciou em setembro a cravação da primeira estaca da obra de construção da extensão do cais leste de Paranaguá. A ampliação do cais de atracação do TCP, que ganhará mais 315 metros, permitirá ao Terminal receber os maiores navios de contêineres que operam no comércio internacional, aumentando a capacidade do Terminal dos atuais 1,2 milhão de TEUs (unidade equivalente a um contêiner de 20 pés) para 1,5 milhão de TEUs/ano até o final de 2013, quando as obras serão concluídas.
A LLX, empresa de logística do Grupo EBX, assinou escritura para emissão de debêntures simples no valor de R$ 750 milhões, não conversíveis em ações, que terá a Caixa Econômica Federal como banco coordenador da emissão. As debêntures serão em série única, para distribuição pública, e terão prazo de 15 anos, com três anos de carência.
Organizado pela ABCEM - Associação Brasileira da Construção Metálica – o Construmetal, encontro realizado entre os dias 14 e 16 de agosto, reuniu mais de 2.500 visitantes, entre eles renomados palestrantes nacionais e internacionais que falaram sobre novas tecnologias utilizadas pelo setor, tendências de mercado e sustentabilidade. Ao todo foram mais de 10 palestras. O ponto alto do evento foi o Prêmio ABCEM que teve como vencedores a JBMC Arquitetura & Urbanismo, nas categorias Edificações e na de Obras Especiais, e o FGMF Arquitetos, em obras de Pequeno Porte.
A Unidade Alfandegada do Grupo Chibatão revalidou seu certificado ISO 9001:2008 no primeiro semestre deste ano, após auditoria in loco realizada pela TUV Rheinland Brasil nas primeiras semanas do ano em diversos setores da empresa. Maior terminal privado da Região Norte do Brasil e principal porta de entrada de insumos para as indústrias do Polo Industrial de Manaus (PIM), o Chibatão responde pela movimentação de cerca de 80% das cargas que circulam no estado do Amazonas.
Neste período, houve uma redução na expectativa em relação às pretensões de investimentos no médio prazo (próximos 12 meses), já que 67% das indústrias de materiais pretendem investir. O resultado aponta para uma redução, em relação à pesquisa do mês anterior, de três pontos percentuais.
O aumento é puxado por 18 dos 31 aeroportos administrados pelo Daesp e tem no topo do ranking o aeroporto de Marília, que cresceu 156%, comparando janeiro a julho de 2011 ao mesmo período de 2012. Passaram pelos seus terminais 55.486 passageiros em 2012, contra 21.613 passageiros em 2011.