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Revista Grandes Construções

Jogo Rápido

Edição 34 · 02/2013 · Jan/Fev 2013

Tecnologia suíça nas obras da Refinaria Premium I

Entraram na fase de conclusão os trabalhos de terraplenagem da área onde está sendo construída a Refinaria Premium I, em Bacabeira, no Maranhão. Para o serviço estão sendo utilizados nove rolos compactadores ASC 100 da marca suíça Ammann. De acordo com o Consórcio GSF, que administra a obra, o empreendimento, considerado uma das prioridades da Petrobras para o atendimento da crescente demanda por combustíveis no Brasil, tem conclusão prevista para o fim de 2018, podendo ser antecipada para o segundo semestre de 2017. Quando, em pleno funcionamento, a refinaria será a maior da América Latina e a quinta do mundo.

A aquisição dos rolos compactadores da Ammann foi uma opção do Consórcio GSF para acelerar a terraplenagem. O ASC 100 é o primeiro rolo compactador vibratório da marca, vendido no Brasil pela BMC – Brasil Máquinas de Construção, a mais nova representante da fábrica suíca no País. Para Felipe Cavalieri, CEO da BMC, “a associação com a

Ammann no Brasil será um sucesso. Representa a união da juventude e agressividade de um lado e a tradição e alta tecnologia de outro, traduzindo a melhor solução em equipamentos para o mercado de pavimentação no Brasil”.

Ainda segundo Cavalieri, a BMC irá investir mais de R$ 25 milhões neste início de operação que se somam aos investimentos já feitos pela Ammann na fábrica de Gravataí, no Rio Grande do Sul.

“Ofereceremos ao mercado o que existe de mais moderno em usinas de asfalto, acabadoras e rolos compactadores, além de um suporte ao produto altamente qualificado, provido pelas mais de 30 bases da BMC por todo o País,” conclui Cavalieri.

 

 

Vendas de material de construção cresceram 5,5% em dezembro

As vendas de material de construção cresceram 5,5% no mês de dezembro de 2012, na comparação com dezembro de 2011, segundo dados divulgados pela Anamaco (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção).  Na relação dezembro sobre novembro, as vendas se mantiveram estáveis. Segundo a entidade,  as regiões Norte e Nordeste registraram maior volume de vendas. “Em compensação, as regiões Centro-Oeste e Sudeste foram as que tiveram menor desempenho de vendas”, diz Cláudio Conz, presidente da Anamaco.

Para Conz, a performance do setor em dezembro foi surpreendentemente positiva. “Geralmente, este é um mês curto, por causa das festas de fim de ano, ou seja, as pessoas tendem a fazer as reformas até a primeira quinzena do mês, então, tradicionalmente, registramos um volume menor de vendas na comparação com os demais meses do ano. Mas, em 2012, tivemos um mês de dezembro com desempenho de vendas similar a novembro. Além disso, o último trimestre do ano também apresentou uma média de vendas superior aos demais trimestres”, explicou o presidente da Anamaco. “Isso fez com que o varejo de material de construção crescesse 3,5% no ano sobre 2011, com um faturamento de R$ 55 bilhões, o maior já registrado pelo setor”, completa.

O setor de cimento teve queda de 6,8% em dezembro na comparação com o mesmo mês de 2011. “O segmento vem tendo um desempenho menor desde outubro de 2012, contrariando as expectativas de aumento de volume de vendas dos demais setores”, explica Conz. Tubos e conexões também não apresentaram resultados de incremento. “Dezembro ficou igual a novembro, porém 1,7% menor do que dezembro de 2011”, declara.

 

BNDES libera recursos para Belo Monte

Faltando três dias para o final de 2012, o BNDES liberou a primeira parcela, no valor de R$ 5,2 bilhões, do empréstimo total de R$ 22,5 bilhões concedido à Norte Energia para a construção e operação da Usina Hidrelétrica Belo Monte, no estado do Pará.

O investimento total em Belo Monte está estimado em R$ 28,9 bilhões. Além do empréstimo do BNDES, que corresponde a 80% do total a ser investido na hidrelétrica, os acionistas da Norte Energia já desembolsaram em recursos próprios, aproximadamente, R$ 2,8 bilhões dos R$ 6 bilhões previstos. Para completar o investimento total necessário à implantação da Usina Belo Monte, está prevista a captação de R$ 500 milhões em debêntures de infraestrutura.

Belo Monte já recebeu a autorização necessária do Ministério de Minas e Energia para a emissão das debêntures de infraestrutura, conforme previsão da legislação em vigor. A emissão está prevista para 2015.

 

R$ 320 milhões para obras da Barragem de Castelo (PI)

Foi dado o sinal verde para a construção da barragem de Castelo, que deve resolver de forma definitiva o problema de abastecimento hídrico em Teresina e cidades vizinhas, no estado do Piauí. Um acordo entre o governo do estado e o Ministério do Planejamento garantiu o enquadramento do projeto no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com repasse de R$ 320 milhões para a construção.

Além da barragem de Castelo, o Piauí também foi contemplado com projetos de contenção de cheias para os rios Longá, em Esperantina, e Marataoan, em Barras. Para tanto, cada município receberá um recurso de R$ 2,9 milhões. Segundo o governador, os projetos já estão sendo empenhados, para que em breve as obras sejam iniciadas. A construção da barragem de Castelo será um passo importante para o desenvolvimento de culturas irrigadas, projetos de piscicultura, geração de energia, turismo, entre outros segmentos no Piauí.

O governo do Piauí também conseguiu a inclusão de cinco novas obras no PAC. São elas: barragem e adutora de Pedregulho (R$ 7 milhões), adutora de Lagoa do Barro (R$ 6,6 milhões), adutora de Queimada Nova (R$ 2,3 milhões), adutora de Vila Nova (R$ 2 milhões) e adutora de São Raimundo Nonato (R$ 15 milhões). Além das pequenas barragens, o programa também deve contemplar a adutora Sudeste, no valor de R$ 27 milhões.

 

R$ 736,8 milhões para nova hidrelétrica

O BNDES aprovou financiamento de R$ 736,8 milhões para a construção da Usina Hidrelétrica Santo Antônio do Jarí, entre os municípios de Almeirim, no Pará, e Laranjal do Jarí, no Amapá. A usina terá capacidade instalada de 373,4 MW, com início de operação prevista para 2014. O projeto contempla uma linha de transmissão própria de cerca de 20 km, que fará parte da interligação do circuito Tucuruí-Macapá-Manaus ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

O empreendimento, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), irá reforçar o suprimento de energia elétrica na região Norte. Serão criados cerca de 1,8 mil empregos diretos e 2 mil indiretos durante as obras. Os recursos financiados pelo BNDES serão destinados à Sociedade de Propósito Específico ECE Participações, subsidiária integral da Companhia Energética do Jarí, que, por sua vez, é subsidiária da EDP - Energias do Brasil. Do total dos investimentos previstos em R$ 1 bilhão, o BNDES financiará 67,1%, incluindo o apoio aos projetos sociais no entorno da usina.

 

Obras na Fonte Nova perto da conclusão

As obras da Arena Fonte Nova, em Salvador (BA), entraram na reta final, com quase 90% de avanço físico, segundo o consórcio formado pelas construtoras OAS e Odebrecht, responsáveis pela execução do empreendimento. Nessa etapa, foi iniciada a instalação dos 50 mil assentos. As cadeiras terão diferentes tons de verde e serão fornecidas pela empresa Marfinite. De acordo com o diretor de engenharia da Arena Fonte Nova, José Luiz Góes, a cor remete à tonalidade do céu e ao turquesa das águas do Dique do Tororó o estádio fica às margens do dique.

Os assentos serão instalados até a segunda quinzena de fevereiro. Eles serão rebatíveis (retráteis) e sem braço, para o público geral, e com braço e estofamento especial para VIPs e VVIPs. Além disso, contarão com proteção contra raios UV e aditivo para retardante antichama.

Palco de seis jogos na Copa de 2014, a Fonte Nova receberá, ainda, três partidas na Copa das Confederações, em 2013, sendo uma delas o duelo entre Brasil e Itália, válido pela primeira fase do torneio. A disputa de terceiro e quarto lugar também ocorrerá na arena baiana.

 

Novos guindastes para obras de infraestrutura

Investindo em nova frota, a Makro Engenharia acaba de receber os guindastes RT (Rough Terrain), modelo RT-765E, fabricados pela americana Grove, com capacidade para 60 toneladas. São guindastes com lanças articuladas capazes de operar em terrenos diversos e de baixa compactação, e foram adquiridos para atender as demandas do setor de infraestrutura.

“Com essa aquisição, a Makro multiplica a sua capacidade de atendimento no país, agregando novas tecnologias nas operações de guindastes AT´s e RT´s para atender o mercado de engenharia de movimento”, afirma David Rodrigues, Diretor Comercial da Makro.

Entre os principais clientes da Makro estão as grandes empresas brasileiras e grandes multinacionais como a GE Energy, Petrobrás, Vale, Grupo EBX, Camargo Corrêa, Queiroz Galvão, Odebrecht, Suzlon, Alstom, dentre outras.

 

Iniciada concretagem do estaleiro do Complexo do Açu

 

 

 

 

 

 

 

A OSX deu início à concretagem da viga do Cais Norte do estaleiro que está sendo construído no complexo industrial do Porto de Açu, em São João da Barra, norte fluminense. Nesta primeira etapa foram concretados 30 metros de cais, que terá 2.400 m de extensão, expansível para 3.525 m. Nele será possível realizar a integração simultânea de até 11 unidades offshore do tipo FPSO.

O empreendimento da OSX é o maior estaleiro das Américas, de 5ª geração, que está sendo construído e será operado com tecnologia oriunda da sócia coreana Hyundai Heavy Industries (HHI), líder mundial em construção naval.

 

Randon vende 643 retroescavadeiras de uma só vez

A Randon Veículos venceu a licitação para o fornecimento de mais 643 retroescavadeiras ao Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA), totalizando mais de R$ 100 milhões. Com entrega prevista para o primeiro semestre de 2013, os equipamentos serão distribuídos em dois lotes que compreendem a região leste de Minas Gerais e Rio de Janeiro, com 318 unidades, e outro lote de 325 retroescavadeiras para o Rio Grande do Sul.

Esse é o terceiro negócio fechado com o MDA. Durante o ano de 2012 foram fornecidas 515 unidades. As retroescavadeiras destinam-se ao programa “Desenvolvimento dos Territórios Rurais”, que faz parte do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) do Governo Federal e deverão ser repassadas pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário aos municípios que se candidataram e estiverem enquadrados em alguns pré-requisitos, tais como população e receita.