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Revista Grandes Construções

Jogo Rápido

Edição 86 · 01/2018 · Jan/Fev 2018

Scania e Northvolt fecham parceria para eletrificação de veículos pesados

A Scania anuncia na Europa mais um passo em direção ao transporte sustentável, desta vez com foco em eletrificação. Em parceria com a Northvolt e com investimentos na ordem de 10 milhões de euros, a fabricante sueca avança no desenvolvimento de tecnologia de células de bateria para veículos pesados.

"A eletrificação desempenhará um papel fundamental na mudança para um sistema de transporte livre de combustíveis fósseis. No entanto, a tecnologia atual de células de bateria deve ser desenvolvida para atender aos requisitos comerciais dos clientes de ônibus e caminhões pesados", explica Henrik Henriksson, presidente e CEO da Scania. "Com a Northvolt como parceira, acreditamos que podemos conquistar grandes progressos nessa área", completa.

As duas empresas estabelecerão uma equipe de especialistas e juntas trabalharão na instalação de uma área de pesquisa, a Northvolt Labs, em Västerås, na Suécia, para desenvolver e comercializar as células de bateria otimizadas para a alimentação de veículos comerciais. As empresas também entraram em um acordo de compra para células de bateria.

"Com a experiência em produtos e negócios da Scania combinada com nosso processo de fabricação de ponta, estamos convencidos de que podemos produzir células de bateria econômicas e verdes, com a mais alta qualidade para o mercado de veículos comerciais pesados", diz Peter Carlsson, co-fundador e CEO de Northvolt.

A produção de células de bateria requer uma grande quantidade de eletricidade e a Suécia oferece um sólido e econômico fornecimento de energia verde. O país é, portanto, adequado para a produção de baterias sustentáveis em grande escala. A Northvolt está construindo sua fábrica da próxima geração de produtos na cidade de Skellefteå, no norte da Suécia, com o objetivo de produzir baterias verdes de alta qualidade, com emissões mínimas de carbono e as mais altas ambições para reciclagem.

Esta parceria é uma das várias iniciativas estratégicas da Scania para impulsionar a mudança para um sistema de transporte sustentável.

Pela industrialização da Construção Civil

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), com apoio do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e parceiros estratégicos de governo e setor privado, está disponibilizando o Manual da Construção Industrializada – Volume II.  A publicação é fruto de um esforço coletivo desenvolvido pela ABDI em parceria com o Grupo de Trabalho – Construção Industrializada (GT-CI). no sentido de contribuir para a industrialização da Construção Civil no país.

O objetivo do Manual é oferecer informações para orientar as práticas de planejar, projetar, contratar, fiscalizar e aceitar obras públicas, ou privadas, com aplicação de sistemas e subsistemas construtivos industrializados (SCI).

As informações que compõem este Manual foram levantadas por meio de pesquisa bibliográfica e coleta de dados junto a representantes dos setores de diversas tecnologias associadas a sistemas, subsistemas e demais elementos construtivos industrializados disponíveis no Brasil.

São apresentados, de modo imparcial e idôneo, conceitos, referências, exemplos e outros aspectos importantes que envolvem as aplicações de sistemas e subsistemas construtivos industrializados.

O Manual pode ser aplicado a qualquer processo de contratação de sistemas industrializados. É uma publicação técnica, prática e de fácil leitura, consistindo em um conjunto de informações norteadoras que auxiliam na contratação de sistemas industrializados, por meio de diretrizes, algumas delas apresentadas em forma de quadros e checklists, que podem ser preenchidos pelos responsáveis pela contratação, gerando subsídios para a seleção dos melhores sistemas.

Neste segundo volume o Manual aprofunda o nivelamento sobre conceitos e grau de industrialização da construção no Brasil, detalha as etapas e requisitos essenciais para uma adequada concepção de projeto e, por fim, descreve e exemplifica as principais aplicações de sistemas e subsistemas industrializados.

O Grupo de Trabalho – Construção Industrializada (GT-CI) foi instituído no final de 2013, por iniciativa da ABDI e apoio do MDIC e da ABRAMAT. Dele fazem parte as seguintes entidades: Ministério das Cidades, Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Controle, Tribunal de Contas da União, Caixa Econômica Federal, Fundação Universidade de Brasília, ABRAMAT – Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção, CBIC – Câmara Brasileira da Indústria da Construção, Deconcic/Fiesp – Departamento da Indústria da Construção – FIESP, ABCIC – Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto, ABCEM – Associação Brasileira da Construção Metálica/ CBCA – Centro Brasileiro da Construção em Aço/ Instituto Aço Brasil, DRYWALL – Associação Brasileira do DRYWALL, SOBRATEMA – Associação Brasileira de Tecnologia para Construção e Mineração, AFEAL - Associação Nacional de Fabricantes de Esquadrias de Alumínio, IBA – Indústria Brasileira de Árvores, ANICER – Associação Nacional da Indústria Cerâmica e Anfacer – Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos, Louças Sanitárias e Congêneres

Construtoras esperam avanço do setor nos próximos meses

“Com os juros mais baixos e a melhora da confiança e dos indicadores de emprego, a expectativa é positiva para 2018”, afirma Flavio Amary, presidente do Secovi-SP, sindicato do setor imobiliário. De acordo com ele, a recuperação do setor deve ser percebida nos ramos residencial, comercial e industrial, para aluguéis e vendas. “A queda durante a crise foi muito grande, então há espaço para uma retomada ampla neste ano”. Sobre o ramo residencial, Amary diz que o destaque de 2018 deve ficar com os imóveis de dois dormitórios e tamanho em torno de 45 metros quadrados. “É a opção que mais se adequa à pirâmide socioeconômica brasileira”, afirma ele. À frente da Danpris Construtora, Dante Seferian conta que os lançamentos da empresa começaram a melhorar no final de 2017. “Os estoques também começaram a cair nos últimos meses”.

Seferian afirma que o avanço da construção civil é visto em todo o Estado de São Paulo. “A recuperação é generalizada em 2018”. Sobre os nichos com maior potencial de avanço nos próximos anos, o especialista destaca os imóveis mais baratos. “As compras da parte de baixo da pirâmide [social] devem crescer mais rapidamente, inclusive porque contam com a ajuda de programas do governo. Já o nicho intermediário deve demorar mais, porque ainda conta com um estoque grande”. Para os bens de alto padrão, segue ele, é esperada a manutenção de um “ritmo normal” para as vendas. Outro fator que pode influenciar a construção civil neste ano é a alteração do Plano Diretor da capital, afirma Amary, do Secovi-SP. Segundo ele, o desenho atual da lei de urbanismo inviabiliza a construção de imóveis em algumas partes da cidade. Os dados do Secovi-SP mostram que os lançamentos residenciais na capital cresceram em sete dos 11 meses analisados em 2017. Os números mais recentes mostram que 6.260 unidades foram lançadas em novembro, uma alta de 177,4% em relação a outubro.

Construtoras esperam avanço do setor nos próximos meses

“Com os juros mais baixos e a melhora da confiança e dos indicadores de emprego, a expectativa é positiva para 2018”, afirma Flavio Amary, presidente do Secovi-SP, sindicato do setor imobiliário. De acordo com ele, a recuperação do setor deve ser percebida nos ramos residencial, comercial e industrial, para aluguéis e vendas. “A queda durante a crise foi muito grande, então há espaço para uma retomada ampla neste ano”. Sobre o ramo residencial, Amary diz que o destaque de 2018 deve ficar com os imóveis de dois dormitórios e tamanho em torno de 45 metros quadrados. “É a opção que mais se adequa à pirâmide socioeconômica brasileira”, afirma ele. À frente da Danpris Construtora, Dante Seferian conta que os lançamentos da empresa começaram a melhorar no final de 2017. “Os estoques também começaram a cair nos últimos meses”.

Seferian afirma que o avanço da construção civil é visto em todo o Estado de São Paulo. “A recuperação é generalizada em 2018”. Sobre os nichos com maior potencial de avanço nos próximos anos, o especialista destaca os imóveis mais baratos. “As compras da parte de baixo da pirâmide [social] devem crescer mais rapidamente, inclusive porque contam com a ajuda de programas do governo. Já o nicho intermediário deve demorar mais, porque ainda conta com um estoque grande”. Para os bens de alto padrão, segue ele, é esperada a manutenção de um “ritmo normal” para as vendas. Outro fator que pode influenciar a construção civil neste ano é a alteração do Plano Diretor da capital, afirma Amary, do Secovi-SP. Segundo ele, o desenho atual da lei de urbanismo inviabiliza a construção de imóveis em algumas partes da cidade. Os dados do Secovi-SP mostram que os lançamentos residenciais na capital cresceram em sete dos 11 meses analisados em 2017. Os números mais recentes mostram que 6.260 unidades foram lançadas em novembro, uma alta de 177,4% em relação a outubro.

A conexão Iot bate á nossa porta

A Internet das coisas (sigla em inglês, IoT), sem dúvida, irá causar uma revolução na maneira como todos se relacionam com os objetos do dia a dia, desde roupas, utensílios móveis e fixos, e sobretudo, com os ambientes onde vive e frequenta. As previsões dos especialistas são de que, até 2020, haja mais de 26 bilhões de dispositivos conectados, enquanto outros falam de 50 bilhões. Essa revolução já começou em muitos lugares, mas no Brasil ainda é um campo desconhecido no mercado imobiliário. No entanto, uma construtora tem enxergado aí um nicho de atuação. A SKR, com 32 anos de atuação, está apostando na inserção da tecnologia na concepção arquitetônica de seus empreendimentos. Segundo seu porta-voz, Silvio Kozuchowicz, presidente da SKR, o desenvolvimento tecnológico criou novas demandas e necessidades por parte do público, e a arquitetura e a construção precisam atender a essas inovações de modo rápido e eficiente. Além disso, a recessão obrigou a todas as empresas a se diferenciar ainda mais num mercado concorrido.

Os prospectos de venda começam a incluir – ao lado de itens como espaço, conforto, lazer – o item tecnologia, incluindo Wi-fi de alta velocidade nas áreas comuns; infraestrutura para link de internet nas unidades; sistemas de iluminação e cortina automatizada e aplicativos de serviços de condomínio.  “Com esta perspectiva de futuro, o desafio do mercado de construção no Brasil é preparar seus novos empreendimentos para as novas demandas, oferecendo a infraestrutura necessária para que o usuário possa, por exemplo, controlar o sistema de iluminação, ar condicionado ou mesmo o sistema de câmera do imóvel a distância. Trata-se de trazer a tecnologia para dentro do imóvel e essa tendência só tende a aumentar”, destaca ele.

Revista Grandes Construções - Quando foi fundada a construtora e qual o perfil de mercado em que ela atua?

Silvio Kozuchowicz - A SKR está no mercado há 32 anos. Desde a fundação, focamos em edifícios residenciais de alto padrão, com infraestrutura e tecnologia aplicada para oferecer, não apenas um prédio, mas sobretudo um novo conceito de moradia. Foi com esse conceito, que para cada projeto foram implantados diferenciais desde tecnologia de ponta, como arquitetura de autor e até mesmo peças assinadas por artistas renomados para tornar o ambiente mais atrativo. Prezamos a qualidade e excelência na entrega, dando atenção a cada detalhe. Saímos da precificação do metro quadrado para a qualificação do metro quadrado.

RGC - Como a crise recente atingiu as atividades da construtora?

SK - Desde 2015 a crise vem afetando o país, todos os setores foram prejudicados. Para construtoras e incorporadoras, as pequenas e médias, como a SKR, são as que estão conseguindo enfrentar melhor esse momento da economia, até mais do que as grandes empresas.

RGC - Essa crise mostrou que o mercado imobiliário brasileiro ainda é frágil?

SK - Para SKR, 2017 foi um ano extremamente produtivo. Lançamos dois empreendimentos: Nomad (Moema) e Moou (Vila Madalena) e planejamos mais três para 2018. Vale lembrar que a empresa vinha lançando apenas um empreendimento por ano, há quatro anos. A nossa expectativa para 2018 é ter um ano ainda melhor.

RGC - Os nichos dos imóveis de alto padrão também foram atingidos?

SK - Todas as categorias e padrões foram atingidos. O Brasil é um só. Todos enfrentam dificuldades. O diferencial é que em vez de lamentarmos as perdas, nós criamos diferenciais competitivos para ganhar mercado. Nosso país é cheio de oportunidades.

RGC - Existem, a seu ver, formulas que garantem o sucesso de um empreendimento?

SK - A fórmula é prezar pela qualidade. A SKR faz isso, levando em conta a localização dos seus empreendimentos, compromisso com os desejos do público alvo e envolvimento de profissionais de alta qualidade em cada projeto.

RGC - A empresa tem apostado muito na adoção das novas tecnologias em seus empreendimentos? Como se deu essa adesão?

SK – Já estávamos notando as mudanças de comportamento do público. E isso levou a criarmos o Compass, um núcleo de inovação que pensa nos nossos empreendimentos antes deles existirem.  Aliamos tecnologia, arquitetura e design thinking nesse novo modelo de criação e desenvolvimento. Com isso conseguimos oferecer facilidades e encurtar as distâncias entre a vida pessoal e profissional dos clientes, com ambientes inteligentes.

RGC - Houve pesquisa de mercado para traçar esse perfil do comprador?

SK – As pesquisas são fundamentais para o nosso trabalho. Sempre buscamos entender qual a necessidade do público de cada região. Escolhemos a localização dos empreendimentos a dedo. E a pesquisa de mercado permite que, para cada empreendimento, seja levado em conta o tipo de vida que o público espera ter naquele local.

RGC - Quais os números que comprovam o sucesso dessa ousadia?

SK - Hoje temos 2.049 unidades entregues e mais de 553 mil m2 construídos. Em 2017 lançamos dois empreendimentos: Nomad (em Moema) e o Moou (na Vila Madalena). Para 2018 planejamos mais três, um deles ainda no primeiro semestre.  O Nomad, localizado na região do Ibirapuera, e o Moou, na Vila Madalena, foram concebidos para esse novo perfil de consumidores, que questiona, rompe barreiras, quer inovação. Um dos objetivos da IoT é conseguir que os usuários economizem tempo nos seus processos cotidianos e utilizem a tecnologia de maneira eficiente. A habilitação destas tecnologias dentro dos edifícios requer um planejamento e concepção adequados, além de atenção aos padrões pertinentes à indústria. Esse cuidado é essencial para que a IoT atenda às expectativas do consumidor.

RGC - Qual tem sido a reação do comprador diante dessas inovações oferecidas?

SK - O público gosta de encontrar um ambiente para viver de acordo com o seu perfil e necessidades. Todas essas mudanças e tecnologias estão sendo cada vez mais requisitadas na hora da compra. A reação é sempre muito boa. O público gosta de novidades, mas, além disso, de um ambiente completo para morar. Por isso, nos empenhamos em ativar as áreas comuns do empreendimento para que o morador possa aproveitá-las da melhor maneira. E este tem sido um grande diferencial e um dos principais pontos atrativos. Sobre o mercado imobiliário, depende muito do perfil de cada empresa e o público que se quer atingir, mas devemos sempre acompanhar as mudanças do mercado.

RGC - Há também uma mudança de comportamento da sociedade. As novas gerações lidam com a economia compartilhada e rejeitam a posse de vários bens, como automóveis e imóveis.

SK - As novas gerações têm um jeito muito diferente de viver em relação ao modelo dos pais. Por exemplo, eles não têm horário nem lugares fixos. Então, os empreendimentos da SKR suprem todas essas demandas. São exatamente essas mudanças que agregamos aos nossos projetos, isso ajuda traçar um perfil para cada empreendimento. Implementamos coworking, pontos de recarga para carro elétrico, área de convívio compartilhada, entre outros diferenciais para que, assim, o usuário final tenha tudo que precisa dentro do seu edifício.

RGC - A recuperação do mercado depende muito da política econômica. Como o Sr. vê o andamento da economia brasileira atual?

SK - De acordo com as estimativas do Secovi-SP (Sindicato da Habitação), 2017 teve um crescimento de 5% a 10% no volume de vendas e de lançamentos no Estado de São Paulo, em relação a 2016, quando foram lançadas 17.620 unidades, e vendidas 16.170 (sem considerar os distratos). As previsões do Boletim Focus, do Banco Central, sobre o crescimento do PIB em 2017 foram revisadas para 0,89%, contra 0,73% estimado anteriormente. E para 2018, as estimativas de expansão do Produto Interno Bruto também foram reajustadas, chegando a 2,60%. Se compararmos com os três últimos anos, quando o PIB teve forte queda, fechando 2016 com queda de 3,6%, o número passa a ser ainda mais significativo. Apesar dos desafios, acredito que o cenário vai melhorar ainda mais ao longo deste ano, principalmente devido à queda na taxa Selic, que chegou recentemente à mínima histórica de 7%, o que deve incentivar a retomada dos investimentos no mercado imobiliário.

RGC - A empresa só atua em São Paulo? Há planos de parcerias com outras empresas?

SK - Temos três empreendimentos em projeto para 2018, dois já para lançamento: um na Avenida Rebouças e outro na Rua Joaquim Ferreira Lobo, além de outros que estão em desenvolvimento Atualmente, atuamos apenas em São Paulo. Estamos focados em atender às necessidades do público dessa região. Sobre as parcerias, a cada empreendimento da SKR trazemos parceiros para agregar ao conteúdo final: arquitetos, paisagistas, designer de interiores, entre muitos outros.

RGC - A seu ver, há limites para a tecnologia dentro de um imóvel ou de um empreendimento?

SK – Esse é um ponto fundamental hoje. Não há limites para a tecnologia dentro de um empreendimento. As novidades surgem a todo momento e devemos acompanha-las para trazermos cada vez mais qualidade aos nossos projetos. Temos que continuar lançando imóveis que atendam às necessidades dos consumidores de hoje, mas com os olhos também para as novas tendências e a inovação, preservando o investimento de nossos clientes e a adequação de seus apartamentos. A chegada dos carros elétricos, a economia colaborativa e o uso de aplicativos para smartphones são alguns exemplos de novidades que precisam ser incorporadas também ao mercado imobiliário. Os projetos inteligentes tem uma concepção diferente desde o início. Para comportar toda tecnologia que oferecemos aos nossos clientes, temos que criar uma infraestrutura adequada. A inovação dos projetos da SKR  está em todas partes: engenharia, arquitetura, design e até no mobiliário. Quem não inserir esses itens com certeza já está para traz. Daqui a cinco anos, as demandas tecnológicas serão ainda maiores e mais difíceis de serem acompanhadas.