Consórcio liderado pela Odebrecht vai construir e operar VLT de Goiânia
O consórcio Mobilidade Anhanguera, formado por Odebrecht TransPort (90%) e operadores de ônibus de Goiânia (10%), venceu o leilão para a construção e operação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) de Goiânia. Trata-se de uma Parceria Público Privada (PPP) com duração de 35 anos, sendo os primeiros 24 meses para as obras.
O VLT de Goiânia será implantado no eixo da Avenida Anhanguera. Terá 13,6 km extensão, 12 estações e 5 terminais de integração. É um investimento de R$ 1,3 bilhão (R$ 805 milhões do Governo do Estado e R$ 500 milhões da empresa privada), com reurbanização completa de todo o trecho por onde passará o VLT, que transportará 240 mil passageiros por dia no primeiro ano de operação.
“A Odebrecht TransPort, como empresa de investimento em infraestrutura e de prestação de serviços, tem o compromisso de realizar empreendimentos com significado transformador para a população e para o país”, afirmou Paulo Cesena, diretor executivo da empresa.
O projeto de Goiânia prevê a reurbanização completa do trecho por onde passará o VLT, incluindo leito da avenida, calçadas e drenagem. O VLT terá uma composição de dois carros, cada um com 33 metros de comprimento, e transportará até 600 passageiros por viagem.
“Será um transporte de maior capacidade para a cidade, mais seguro e confortável, com menos impacto ambiental, e contribuirá decisivamente para a mobilidade da população de Goiânia”, disse Rodrigo Carnaúba, diretor de Mobilidade Urbana da Odebrecht TransPort.


O Grupo Águas do Brasil, que opera 12 concessões, em
Entre os destaques do empreendimento do Allianz Parque, nome dado ao antigo Palestra Itália, estádio do Palmeiras em fase de construção, em São Paulo, que traz projeto de arquitetura assinado pelo arquiteto Edo Rocha, figura a solução de 17.500 m2 de cobertura metálica termoacústica com telhas zipadas cônicas da Bemo do Brasil. O mesmo sistema de cobertura com telhas zipadas cônicas foi utilizado para a construção da nova Arena do Grêmio, em Porto Alegre.
O Carnaval, que este ano caiu em março, e a demora na liberação do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) de 2014, pelo BNDES, são as explicações, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) para a queda nas vendas de caminhões em todo o Brasil, no mês de março, quando os emplacamentos apresentaram queda de 10,7%. No período foram licenciadas 9.337 unidades, contra 10.465 em fevereiro.
O mês de março teve um sabor especial para a divisão de escavadeiras da Sany Indústria do Brasil. A multinacional chinesa comemorou aumento de 41% nas vendas em comparação com o mesmo mês do ano anterior, sendo também o melhor mês de vendas desde a inauguração da linha de montagem na fábrica em São José dos Campos/SP, em janeiro de 2011.