Asfalto colorido
O asfalto poderá ser verde, branco, amarelo, vermelho ou azul. Provavelmente, o branco será o mais usado, pois além da diferenciação, auxilia na iluminação das vias, por causa do reflexo da luz.
O asfalto colorido é recomendado para aplicações que requeiram maior visibilidade e diferenciação de piso, como ciclovias, corredores exclusivos de ônibus, acostamentos, túneis, etc. Quanto ao processo de usinagem, aplicação e durabilidade, o asfalto colorido tem as mesmas características do CBQU – Concreto Betuminoso Usinado a Quente, o tipo de revestimento asfáltico mais utilizados nas vias urbanas e rodovias brasileiras.
A usina de asfalto da Craft Engenharia fez a primeira experiência em um trecho de 3 mil m², na Ilha do Fundão, Zona Norte do Rio. A cor escolhida foi o amarelo. O trabalho foi feito em parceria com o CENPES da Petrobras, onde foi usado um asfalto especial aditivado e descolorido para mistura com o pigmento.
A difusão da nova técnica de pavimentação poderá vir a ser parte da solução na diminuição de acidentes de trânsito, gerando mais segurança para os usuários. Na Espanha, França, Estados Unidos, Suíça e Inglaterra, esse tipo de pavimento já é muito usado. No Brasil, a prefeitura do Rio está aplicando o asfalto vermelho nos corredores BRT, em implantação em vários pontos da cidade.


As usinas serão usadas na construção da Ruta Del Sol (Rota do Caribe), projeto de infraestrutura de transporte atualmente considerado o mais importante da Colômbia. Quando concluída, a rodovia vai conectar os principais centros de produção colombianos com o litoral do Caribe, permitindo mais competitividade entre as empresas, facilitando o escoamento de mercadorias. As obras foram iniciadas em 2010 e estão previstas para terminar em maio de 2017, com orçamento estimado em US$ 2,6 bilhões.
O presidente da Sobratema, Afonso Mamede, e o vice-presidente da entidade, o engenheiro Mário Humberto Marques, entregaram a placa de Personalidade Incentivadora do Desenvolvimento e Sustentabilidade ao governador, enaltecendo as ações do governo nas áreas de transporte, obras de infraestrutura, segurança, educação e saúde.
A Voith Hydro uma das líderes no fornecimento de tecnologia hidrelétrica no mundo concluiu a descida no poço da oitava e última turbina da UHE Estreito, localizada no Rio Tocantins, na divisa dos estados do Maranhão e do Tocantins. Quando estiver em operação total, a usina terá capacidade geradora de 1087 MW, suficiente para abastecer uma cidade de quatro milhões de habitantes.
A Lamb Construções e Engenharia finalizou em maio a primeira fase da execução de fundações, bases de equipamentos e estrutura de concreto armado da fábrica de painéis e blocos e das cabines de pintura, que fazem parte do projeto de ampliação do Estaleiro Rio Grande. A empresa já deu início às fundações do novo pórtico do estaleiro sobre o dique seco, que terá vão de aproximadamente 200 metros e capacidade de carga de 1,5 mil toneladas. “O grande desafio é executar as estacas sem danificar os elementos (tirantes) que sustentam as paredes do dique”, explica o diretor-presidente da empresa, o engenheiro Júlio César Lamb.
Trata-se de uma plataforma de trabalho suspensa de última geração, que pode ser facilmente configurada para criar uma área de trabalho de alta capacidade de carga, de diversas formas ou tamanhos, a partir de alguns poucos componentes simples e leves.
Uma das líderes mundiais em serviços de fundação e engenharia geotécnica, a Keller está trazendo para o Brasil sua nova tecnologia de estaqueamento, realizada com novos equipamentos hidráulicos, de alta performance. Trata-se do sistema Ecopile, ideal para diversos solos e demandas de projeto. O novo método foi projetado para aproveitar ao máximo o atrito lateral oferecido pelo solo. O sistema Ecopile de estacas de concreto moldadas in loco pode frequentemente atravessar obstruções impossíveis para outras técnicas de estaqueamento, tem excelente custo-benefício e alto índice de produtividade, reduzindo os custos e prazos dos serviços de fundação.
Após a realização da Audiência Pública, realizada em 9 de julho, a Prefeitura do Rio abriu o prazo de Consulta Pública sobre o edital e seus anexos até 9 de agosto. Nesse período, interessados em participar da concorrência na Parceria Público-Privada (PPP) poderão fazer críticas e questionamentos a título de contribuição. O edital deverá ser publicado sete dias após o término da consulta.