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GC nº 7Agosto 2010 Matéria 23 de 25
Sumário
  1. EditorialO pré-sal e o desafio à indústria nacional
  2. Jogo RápidoObras do Arena Recife começam em setembro
  3. Jogo RápidoInvestimento no Porto do Pecém
  4. Jogo RápidoCamargo Corrêa terá fábricas de cimento no Paraguai e em Angola
  5. Jogo RápidoDNIT: Viaduto é construído em 48 horas no RS
  6. Jogo RápidoNove trens novos para a CPTM
  7. Jogo RápidoCargas superpesadas
  8. Jogo RápidoCase: Nova escavadeiras de 47 toneladas
  9. Jogo RápidoParque Eólico de Gargaú
  10. Jogo RápidoMills celebra receita histórica em 2010
  11. Jogo RápidoR$ 8 bilhões para o Porto Maravilha
  12. Jogo RápidoUHE Santo Antônio: 32% das obras civis já foram executadas
  13. Jogo RápidoTerminal de passageiros para Mucuripe
  14. Jogo RápidoGrupo CCR compra a Rodovias Integradas do Oeste
  15. EntrevistaEmpresas se unem para construir liderança no setor portuário
  16. Especial Petróleo E GásPré-sal começa a produzir e Petrobras revê metas até 2014
  17. ComperjCanteiro de obras começa a tomar forma
  18. CenpesPetrobras terá maior “Centro Verde” de pesquisas do mundo
  19. ArtigoO projeto do Cenpes, por Siegbert Zanettini
  20. Indústria NavalIndústria naval levanta âncoras com Promef
  21. Amazônia AzulO novo território marítimo
  22. TecnologiaEmpresa nacional desenvolve sistema que facilita a instalação de dutos pela Petrobras
  23. BiocombustívelUsina produzirá 127 milhões de litros de biodiesel por ano no Paraná
  24. Métrica Industrial - PavimentaçãoMuito além da camada asfáltica
  25. AgendaSobratema Fórum - Brasil Infraestrutura
Biocombustível

Usina produzirá 127 milhões de litros de biodiesel por ano no Paraná

Exclusivo GC 10 de setembro de 2010 · Edição 7

A Petrobras Biocombustível e a BSBIOS inauguraram no dia 14 de maio a usina de biodiesel de Marialva, no norte do Paraná, na qual cada uma das empresas detém 50% de participação. A unidade tem capacidade de produção de 127 milhões de litros de biodiesel por ano e exigiu investimento total de R$ 100 milhões.

De acordo com Miguel Rossetto, presidente da Petrobras Biocombustível, o empreendimento é resultado de um grande trabalho em conjunto. “Esta unidade promete ser referência em gestão operacional e qualidade dos biocombustíveis.” Segundo ele, para a Petrobras a atuação no sul do Brasil é estratégica para a companhia, uma vez que oferece a produção de oleaginosas e abastecimento de um mercado promissor, além de colaborar com a qualificação da matriz energética do País.

Com a nova unidade, a Petrobras Biocombustível passa a atuar no Sul do País, o que permite uma logística mais eficiente no atendimento aos mercados do Sul e de São Paulo. Além disso, amplia sua capacidade de produção de biodiesel de 326 milhões de litros/ano – somando suas três usinas em operação em Candeias (BA), Quixadá (CE) e Montes Claros (MG) – para 389 milhões de litros/ano, considerando 50% da produção de Marialva.

O estado do Paraná é o terceiro maior consumidor de diesel do País e está próximo do primeiro consumidor, que é o Estado de São Paulo, além de ser o segundo maior produtor de oleaginosas do Brasil, com grande presença da agricultura familiar. Com o início das atividades da usina, o estado caminha para se tornar autossuficiente em biodiesel, que atualmente vem de outras regiões.

Miguel Rossetto disse ainda que faz parte da cultura gerencial da Petrobras contribuir para o desenvolvimento das regiões onde atua. “Queremos gerar emprego e renda nessa região, incentivando cada vez mais a agricultura familiar, de forma que esta receba todo nosso apoio para produzir cada vez mais.”

Incentivo à agricultura familiar
Para o fornecimento de matéria-prima para produção de biodiesel serão envolvidos cerca de 7 mil agricultores familiares da região. Para isso, a empresa mantém parceria com cooperativas e instituições de assistência técnica agrícola e de pesquisas com o objetivo de viabilizar a diversificação e a produção de oleaginosas, principalmente, a canola e a soja.

A intenção da Petrobras é tornar esta uma unidade completa de produção. “A usina dispõe de uma das melhores tecnologias mundiais de produção de biodiesel dentro das normas nacionais e internacionais de especificação do produto. Além disso, possui flexibilidade na utilização de matéria-prima”, destaca Erasmo Carlos Battistella, diretor Superintendente da BSBIOS.

A usina criará 120 empregos diretos na área industrial. Durante as obras, 300 trabalhadores participaram da construção.