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GC nº 91Jul/Ago 2018 Matéria 6 de 19
Sumário
  1. EditorialLei do Saneamento Básico completa dez anos sem motivos para comemorações
  2. Jogo RápidoTabelamento do frete deve causar impacto de R$ 3,3 bi sobre indústria paulista
  3. Jogo RápidoSobratema atualiza Programa Custo Horário, agora com 1.222 modelos de equipamentos
  4. Jogo RápidoTransações imobiliárias superam R$ 472 bi em todo o País
  5. Jogo RápidoCresce o número de empresas interessadas na privatização dos cemitérios paulistas
  6. Jogo RápidoSão Paulo despenca no mercado livre de energia para fontes limpas
  7. EntrevistaMenos política, mais critérios técnicos
  8. EntrevistaTempos de novos ventos ou de fortes tempestades?
  9. InfraestruturaSem destravar a infraestrutura, futuro do Brasil é incerto
  10. InfraestruturaCapital privado com um olho no peixe e outro no gato
  11. InfraestruturaPPI: BALANÇO DAS REALIZAÇÕES
  12. InfraestruturaPPPs: otimismo moderado
  13. SustentabilidadeSelo Verde para obras de infraestrutura
  14. ReciclagemReciclagem reduz impactos nos canteiros de obras
  15. MinerodutoGrandiosidade sob suspeita
  16. MinerodutoLinha do tempo de um desastre ambiental
  17. Concreto HojePropriedades regenerativas
  18. ArtigoMobilidade elétrica e energia solar fotovoltaica: tendências sinérgicas
  19. Agenda 2018Fórum Infraestrutura: por um novo projeto de Nação
Jogo Rápido

São Paulo despenca no mercado livre de energia para fontes limpas

Exclusivo GC 24 de julho de 2018 · Edição 91
São Paulo despenca no mercado livre de energia para fontes limpas

A FDR Energia, empresa de geração e comercialização de eletricidade, acaba de concluir a última edição do Índice Nacional de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia do mês de junho. O levantamento mostra que o estado de São Paulo despencou cinco colocações no ranking, caindo da 13a posição em janeiro para a 18a em junho.

Já o Rio de Janeiro subiu no ranking de atratividade para fontes limpas no mercado livre de energia, passando da sexta posição, em janeiro deste ano, para a quinta em junho. O estado é superado apenas por Tocantins, Pará, Espírito Santo e Goiás.

O levantamento geral mostra que o período registra a maior queda da atratividade das fontes limpas de energia no mercado livre no ano, com a média de “0,507”, no comparativo com maio, que registrou “0,526”.

O ranking, tal qual o modelo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), elaborado pela Organizações das Nações Unidas (ONU), é calculado em um intervalo de “0,000” (para a menor atratividade) e “1,000” para a maior atratividade.

Pode-se considerar que valores no índice abaixo de 0,4 são tidos como inviáveis financeiramente para migração para o Ambiente de Comercialização Livre (ACL). Entre 0,4 e 0,6 como viabilidade moderada, entre 0,6 e 0,8, de boa viabilidade e acima de 0,8, com alta viabilidade.

“Com base nesse estudo, as empresas podem calcular se vale a pena migrar para o ambiente livre em cada unidade da federação”, afirma Erick Azevedo, sócio diretor da FDR Energia. “Podemos também perceber uma elevação nos preços devido ao regime de chuvas”, complementa.

RANKING COMPLETO DO MÊS DE JUNHO

ESTADO JUN
TOCANTINS 0,592
PARÁ 0,582
ESPIRITO SANTO 0,570
GOIAS 0,568
RIO DE JANEIRO 0,568
AMAZONAS 0,566
SANTA CATARINA 0,555
MATO GROSSO 0,554
PARANÁ 0,534
PIAUI 0,527
DISTRITO FEDERAL 0,525
PARAIBA 0,516
MARANHÃO 0,512
CEARA 0,509
MATO GROSSO DO SUL 0,507
ALAGOAS 0,500
PERNAMBUCO 0,486
SÃO PAULO 0,477
MINAS GERAIS 0,473
RONDONIA 0,470
SERGIPE 0,470
BAHIA 0,465
RIO GRANDE DO SUL 0,465
RIA GRANDE DO NORTE 0,452
ACRE 0,445
AMAPÁ 0,353