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GC nº 79Maio 2017 Matéria 3 de 22
Sumário
  1. EditorialQuando o progresso anda a pé
  2. Jogo RápidoRestauração da Ponte Pênsil de São Vicente conquista prêmio internacional
  3. Jogo RápidoPorto do Itaqui, no Maranhão, receberá R$ 1,3 bilhão em aportes
  4. Jogo RápidoEficiência energética
  5. Jogo RápidoFranquia de asfalto rígido
  6. Jogo RápidoSoluções Siemens para dobrar moagem de soja
  7. EntrevistaSão Paulo testa novo modelo de privatização
  8. Aço Na ConstruçãoAço: Projeto e Durabilidade
  9. Aço Na Construçãoverdades e mitos
  10. Aço Na ConstruçãoBrasil perde 4% do PIB com corrosão
  11. Construção Industrial - AmbevDe volta às origens
  12. SustentabilidadeCanteiro do futuro
  13. Planejamento UrbanoSe essa rua fosse minha...
  14. Planejamento UrbanoUm projeto de rua ideal
  15. StartupsAplicativo facilita locação de máquinas
  16. CidadesUma centena de obras em Maringá
  17. Momento ExpoSinergia entre a construção e meio ambiente
  18. Semana Da TecnologiaA volta por cima
  19. Matcon5º Fórum Matcon acontecerá no Sobratema Summit 2017
  20. Concreto HojeOs EUA terão cimento suficiente para os planos de Trump?
  21. ArtigoO legado da crise hídrica para o setor de Consultoria em Saneamento Ambiental
  22. Agenda 2017Ferrovias: quilômetros de oportunidades de negócios
Jogo Rápido

Porto do Itaqui, no Maranhão, receberá R$ 1,3 bilhão em aportes

Exclusivo GC 17 de maio de 2017 · Edição 79

O Porto do Itaqui, em São Luís (MA), terá aportes de cerca de R$ 1,3 bilhão nos próximos dois anos, estima a Emap, empresa estatal de administração portuária vinculada ao governo do Maranhão. A maioria (75%) dos investimentos será da iniciativa privada, que gerencia cinco terminais no porto. A parte de combustíveis, com operações da Raízen, Ipiranga, Ultracargo, Granel Química e Transpetro, terá R$ 400 milhões, diz Ted Lago, presidente da Emap. O terminal de fertilizantes, a ser leiloado, vai receber R$ 300 milhões, e o de celulose, R$ 230 milhões.

Além das unidades privadas, também haverá reformas de modernização no geral, ampliação de docas e novos radares, que somam cerca de R$ 300 milhões -para essas obras, vai haver licitações. Entre as novidades, está a construção de uma pera ferroviária —estrutura no formado da fruta, para embarques e desembarques de carga.

O porto é conectado a três ferrovias (Transnordestina, Carajás e Norte-Sul)."A ideia é aumentar a capacidade e estabelecer o porto como referência para as regiões Centro-Oeste e Norte do Brasil", afirma Lago. Há planos para que o Itaqui passe a ser usado para exportação de carnes processadas com origem nessas regiões. Deverão ser investidos R$ 30 milhões em equipamentos de refrigeração. A empresa portuária quer servir aos produtores bovinos que pretendem exportar para os Estados Unidos.