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GC nº 87Março 2018 Matéria 8 de 22
Sumário
  1. EditorialParados no sinal vermelho numa transversal do tempo
  2. Jogo RápidoSobratema moderniza plataformas digitais de suas publicações
  3. Jogo RápidoEstratégias para estimular a cadeia da construção
  4. Jogo RápidoManitou celebra bons resultados
  5. Jogo RápidoR$ 20 milhões para a dragagem do porto de Mucuripe, no Ceará
  6. Jogo RápidoTransformação urbana com participação popular
  7. Jogo RápidoEstudos previram queda de viaduto em Brasília
  8. Jogo RápidoConstrução civil fecha 2017 com menos 125 mil vagas
  9. Jogo RápidoPorto do Açu fecha parceria com a Petrobras Distribuidora
  10. Jogo RápidoSinaenco tem nova diretoria
  11. Jogo RápidoVolvo contrata funcionários e abre segundo turno em caminhões
  12. EntrevistaQuantos somos, de onde viemos, para onde vamos?
  13. Mobilidade UrbanaBRT de Florianópolis terá primeira etapa pronta em 2020
  14. Mercado ImobiliárioDepois da tempestade, vem a bonança
  15. Mercado ImobiliárioMudança no perfil dos investimentos
  16. Mercado ImobiliárioMais 650 mil unidades do MCMV
  17. Especial Sobratema - Porto MaravilhaPorto Maravilha: um novo paradigma de intervenção urbana
  18. SegurosPara todos os bolsos e necessidades
  19. Momento ExpoM&T EXPO: Relacionamento, Conhecimento e Negócios
  20. Concreto HojeEntulho de obra vira tijolo ecológico
  21. ArtigoO Setor Imobiliário e a Janela de Oportunidade
  22. Agenda 2018Terceirização - Maximizando Resultados?
Jogo Rápido

Construção civil fecha 2017 com menos 125 mil vagas

Exclusivo GC 16 de março de 2018 · Edição 87
Construção civil fecha 2017 com menos 125 mil vagas

O setor da construção fechou 2017 com menos 125 mil vagas, uma queda de 5,01% em relação a 2016. Somente em dezembro, o nível de emprego na construção caiu 2,43% (-59.128) na comparação com novembro. Com o desempenho negativo no ano, o estoque de trabalhadores no setor ficou em 2,372 milhões em dezembro de 2017, mesmo patamar de 2009.

Desconsiderando efeitos sazonais*, dezembro registrou contratação de 9.980 trabalhadores (0,41%). Os dados são da pesquisa realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getulio Vargas (FGV), com base em informações do Ministério do Trabalho e do Emprego (MTE).

Com esse resultado, o presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto, constata que sobe para cerca de 1,3 milhão o número de postos de trabalho encerrados na construção brasileira, desde o início da crise, em 2014. “Para estimular a atividade da construção, o governo deveria tomar medidas como regulamentar distratos, aumentar o crédito, destravar projetos de infraestrutura e impulsionar a habitação popular e as concessões”, afirma.

Em São Paulo, a construção civil paulista caiu 6,26% em 2017 (-43.379), deixando o estoque em 649.481. Apenas em dezembro, 11.739 vagas foram fechadas na comparação com novembro, redução de 1,78%. Desconsiderando a sazonalidade**, houve alta de 0,74% (4.903). Na capital, que responde por 43,09% do total de empregos no setor, a queda em 2017 foi 7,27%. Em dezembro o emprego na construção civil em São Paulo encolheu 1,83% (-5.219 vagas).