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GC nº 50Julho 2014 Matéria 30 de 33
Sumário
  1. EditorialPlanejar: o maior desafio da indústria da construção
  2. Jogo RápidoLinha 4 do Metrô-RJ recebe os primeiros trilhos
  3. Jogo RápidoObras subterrâneas dos túneis do Porto Maravilha avançam
  4. Jogo RápidoAuxter amplia pós-venda
  5. Jogo RápidoCelmar lança nova linha de furadeiras
  6. Jogo RápidoPetrobras bate novo recorde de produção no pré-sal
  7. Jogo RápidoLocar conclui içamento da estrutura da nova cobertura do estádio do Palmeiras
  8. Jogo RápidoArena do Grêmio recebe certificação LEED Prata de sustentabilidade
  9. Jogo RápidoBRT Transcarioca entra em operação
  10. Jogo RápidoDemanda por alumínio na construção cresce 10% ao ano
  11. Jogo RápidoJCB amplia linha de produtos fabricados no Brasil
  12. Jogo RápidoNormas sobre blocos e pisos de concreto reunidas em duas publicações
  13. Mesa RedondaApagão da Mão de Obra
  14. Qualificação De Mão De ObraUm salto na evolução da produtividade e segurança nos canteiros de obras
  15. Edição Especial Número 50Registros de um país em transformação
  16. Edição Especial Número 50Ponte sobre o Rio Negro
  17. Edição Especial Número 50Porto do Açu pronto para operar
  18. Edição Especial Número 50A energia que vem do Rio Madeira
  19. Edição Especial Número 50Linha 5-Lilás no caminho do carro de boi
  20. Edição Especial Número 50Metrô Rio
  21. Edição Especial Número 50Transposição do Rio São Francisco
  22. Edição Especial Número 50Fonte Nova renascida
  23. Edição Especial Número 50Maracanã: modernizar-se sem perder originalidade
  24. Edição Especial Número 50Trecho Leste do Rodoanel
  25. Edição Especial Número 50Aeroporto Internacional de Guarulhos, uma corrida contra o tempo
  26. Edição Especial Número 50Jogo aéreo
  27. Edição Especial Número 50Comperj: projeto tão grande quanto polêmico
  28. Momento M&T Expo 2015Retomada das concessões podem elevar taxa de investimento no País
  29. Máquinas E EquipamentosPutzmeister amplia rede de assistência técnica e serviços
  30. Máquinas E EquipamentosBMC-Hyundai: estoque high-tech
  31. Concreto HojeGigante chinesa aposta em tecnologia para produção e movimentação de concreto
  32. ArtigoDesafios para o licenciamento ambiental de obras de infraestrutura
  33. AgendaSoluções e inovações tecnológicas para a cadeia da construção civil
Máquinas E Equipamentos

BMC-Hyundai: estoque high-tech

Exclusivo GC 27 de julho de 2014 · Edição 50

A BMC-Hyundai padronizou a interface com os clientes e agora não tem mais revendedores. Assim, o atendimento passou a ser feito direto pela empresa – que é sócia da Hyundai Heavy Industries no Brasil e representante máster de outras marcas como Merlo e Link-Belt Cranes. Ao todo, são 17 filiais em várias regiões do país onde, segundo Leandro Yokoti, gerente nacional de suporte ao produto, há estoque de peças de alto giro para atendimento imediato aos clientes próximos.

Felipe Cavalieri, presidente da BMC-Hyundai

Mas a mudança estrutural no pós-vendas da empresa, segundo ele, foi manter o maior número de estoque centralizado no Centro de Distribuição de Itatiaia (onde fica a fábrica da Hyundai), de onde partem as peças de reposição para a maioria dos clientes e também para as filiais. “Nesse espaço, temos mais de 40 mil itens armazenados e acabamos de investir mais R$ 25 milhões para ampliar esse estoque”, diz Yokoti.

Atualmente, segundo declaração do presidente da BMC-Hyundai, Felipe Cavalieri, o pós-venda representa 15% do faturamento da empresa e a meta é que passe a representar 25% no ano que vem. Para isso, os investimentos em reposição de peças incluiu também a automatização do estoque central e também do estoque da maior filial do grupo, a de Osasco (SP).

Estande da empresa, na feira M&T Peças e Serviços, promovida pela Sobratema

“O Sistema de Gerenciamento de Armazéns (WMS) implantado ampliou a segurança e reduziu o tempo de recebimento e liberação das peças em mais de 60%”, diz Alcides Guimarães, Gerente Regional de Peças BMC do Estado de São Paulo. Ele explica que o WMS utiliza leitores de códigos de barras para receber a ordem de pedido e dar baixa automática no estoque. Ou seja, após efetuar a ordem de pedido com o cliente, o sistema envia o documento para o coletor, que identifica as peças a serem separadas e marca a retirada delas para dar baixa no almoxarifado. Por último, os dados de retirada são automaticamente enviados ao sistema de Recolhimento da Mercadoria (RM) para emitir a nota fiscal.

Segundo Guimarães, além de fazer a separação segura dos itens, a tecnologia garante agilidade no pedido e melhora o atendimento ao prazo do cliente. “Antes, para movimentar cerca de 550 peças, levávamos três dias. Agora isso é feito em 24 horas, o que, obviamente, melhora todo o atendimento de pós-vendas”, conclui.