Newsletter
Início› Exclusivo› Edição 1 ← Voltar à edição
GC nº 1Jan/Fev 2010 Matéria 30 de 30
Sumário
  1. EditorialPor mais agilidade em licitações e contratos públicos
  2. Jogo RápidoObras na BR-116
  3. Jogo RápidoNovo fora de estrada Caterpillar
  4. Jogo RápidoUsina de biomassa inaugurada em Campos
  5. Jogo RápidoNovas opções em motoniveladoras
  6. Jogo RápidoChegam equipamentos para maior parque eólico do País
  7. Jogo RápidoRio poderá ter centro de inteligência em energia
  8. Jogo RápidoS.O.S. Angra dos Reis
  9. Jogo RápidoGerdau I
  10. Jogo RápidoGerdau II
  11. Jogo RápidoMMX fecha acordo para usar porto da CSN
  12. Jogo RápidoIbama autoriza obras na BR-163
  13. Jogo RápidoPetrobras contrata a construção de novas embarcações
  14. Jogo RápidoTecnometal fecha fornecimento para a Petrobras
  15. Jogo RápidoPetrobras confirma potencial de Iara
  16. Jogo RápidoSetor de locação lança guia do mercado e se estrutura
  17. Aconteceu Na RedeSite se consolida como porta-voz do setor da Construção
  18. EntrevistaCopa 2014 e Jogos de 2016 darão um xeque-mate na burocracia
  19. Cidade OlímpicaRio 2016 capital do sonho olímpico
  20. Copa 2014Maracanã: obras começam em março
  21. Porto De AçuAvançam as obras da estrutura que mudará o conceito de operação portuária no Brasil
  22. Porto De AçuMinimizando os impactos socioambientais
  23. Cidade AdministrativaNovo projeto de Niemeyer ganha o mundo real
  24. CertificaçãoOficina de equipamentos certificada
  25. Estudo SobratemaIndústria de máquinas para construção espera forte crescimento em 2010
  26. Contrução SustentávelUm prédio feito de sonhos, metal e concreto
  27. Contrução SustentávelPrédios verdes brotam no Brasil e no mundo
  28. Petóleo E GásPetrobras fecha contratos para obras na refinaria Abreu e Lima
  29. Petóleo E GásPronta para a expansão do mercado offshore
  30. Petóleo E GásAumentando a capacidade, de olho no pré-sal
Petóleo E Gás

Aumentando a capacidade, de olho no pré-sal

Exclusivo GC 2 de março de 2010 · Edição 1

Atualmente, a unidade de Construção Offshore da UTC em Niterói tem capacidade instalada para produzir 14 módulos simultaneamente. Para aumentar essa capacidade, com o objetivo de chegar ao final de 2010 produzindo 20 módulos simultaneamente, a UTC está implementando um grande programa de expansão que envolve investimentos superiores a R$ 12 milhões. O programa é continuidade de um plano de investimentos mais amplo, que já direcionou para a base de Niterói um volume de investimentos dez aproximadamente R$ 40 milhões, nos últimos quatro anos.

De acordo com Mauro Lopes Cruz, líder operacional de Contratos da UTC, a proposta é criar as condições necessárias para atender ao crescimento da demanda por equipamentos para a cadeia produtiva de petróleo e gás no Brasil, estimulada pelas atividades na província do pré-sal. O programa de investimentos possibilitará o aumento da capacidade produtiva da unidade, localizada numa párea de 112.000 m², por meio de ampliação da área física, da aquisição de equipamentos de última geração e capacitação da mão de obra.

Para o crescimento da infrestrutura, a UTC adquiriu um terreno ao lado das instalações atuais, com 30 mil m², onde existia uma fábrica de sardinha em lata, desativada. Com o aterro que agregou outros 12 mil m² à base, em 2006, haverá um incremento de 70% da área de montagem, que alcançará 36 mil m². Esse projeto permitirá um incremento da área fabril em cerca de 30%, possibilitando um aumento da capacidade produtiva de 220 t/mês para 400 t/mês.

O ponto principal do novo lay out é a construção de uma nova fábrica de tubulações, cujas obras estão em andamento. A atual oficina, que ocupa um galpão de 2.400 m², será transferida para a nova fábrica, que terá uma área construída de 3.000 m², destinada à fabricação das tubulações e estruturas metálicas de pequeno porte. Será destinada uma área de 1.000 m² para serviços de pintura; e outra de aproximadamente 10.000 m² para a estocagem.

A desativação da oficina atual permitirá a liberação dessa área para a montagem de grandes estruturas e módulos.

Com os novos equipamentos, cuja aquisição está programada, será possível executar todo tipo de fabricação de estruturas, em qualquer tipo de aço, com mais agilidade, confiabilidade e segurança. A estimativa é encurtar os prazos de execução de módulos em cerca de 10% e reduzir custos em torno de 30%. Serão adquiridas seis pontes rolantes, duas das quais de maior capacidade, podendo içar blocos de até 350 t; máquinas de corte semi-automáticas, com capacidade de corte de tubulações com 24 polegadas de diâmetro; e equipamentos automáticos e semi-automáticos de soldagem.

Na unidade de Niterói já está operando uma recém-comprada máquina de pintura para jatos automatizada, que elevou a capacidade da unidade de pintura para a produção de 400 t/mês.

Nas instalações há ainda um escritório de engenharia dimensionado para 100 projetistas, desenhistas e engenheiros, além de um setor de suprimentos.

Em sua estrutura, a base já conta com um cais com 7 metros de calado e um entreposto aduaneiro, para recebimento de equipamentos importados. Reconhecida pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), essa área portuária está certificada junto à Receita Federal desde 2006, mas só começou a operar a partir das demandas das plataformas. “Este é um grande diferencial da empresa e da própria base no mercado de construção offshore” garante Mauro Lopes Cruz.

Entre os contratos de grande porte, para o setor de petróleo e gás, a unidade tem em andamento os das montagens das plataformas P-55, do tipo semis-submersível, em regime de EPC, tendo como cliente a Petrobras; e da P-57, do tipo FPSO, como subcontratada da Single Buoy Mooring (SBM). Ambas terão capacidade para produzir 180 mil barris diários.

Fim da edição Voltar à Revista Grandes Construções nº 1