Trinta anos após a assinatura do tratado entre Brasil e Argentina para o aproveitamento do potencial hidrelétrico do Rio Uruguai, o novo estudo sobre o trecho limítrofe entre os dois países para geração de energia está perto da conclusão. A previsão é que seja apresentado até o final deste semestre.
Os resultados do levantamento indicam uma readaptação do projeto de construção de duas usinas binacionais para que elas causem menos impacto ambiental na região.
A primeira será Garabi, próxima a Garruchos (RS), com uma potência instalada de mil megawatts (MW). A segunda não está definida. Pode ser Roncador, perto de Porto Vera Cruz (RS), com 1,1 mil MW, ou Panambi, alguns quilômetros acima, com 968 MW. José Ayres Campos, presidente da CNEC, empresa que faz o levantamento, diz que o investimento pode chegar a US$ 3 bilhões.