A OGX está preparando o início da produção de petróleo. Por US$ 600 milhões (taxa diária de US$ 263 mil por 20 anos), a companhia fretou a OGX1, plataforma flutuante de produção, armazenagem e escoamento (FPSO) que terá capacidade de processar 100 mil barris por dia. A unidade, adquirida da Nexus, está no momento em Cingapura para ser adaptada.
Quando chegar ao Brasil, no primeiro semestre de 2011, a OGX1 vai começar a produzir em um teste de longa duração (TLD) no prospecto Waimea, que fica no bloco BM-C-41 da bacia de Campos. Ainda é necessária autorização da Agência Nacional de Petróleo (ANP). A OGX informa que a produção inicial virá de um único poço e depois virão outros dois produtores e dois injetores de água que permitirão chegar ao fim de 2011 produzindo 20 mil barris por dia. Daí em diante o objetivo é crescer 70% até 2015 para produzir 730 mil barris, chegando a 1,38 milhão de barris em 2019.