Na abertura, ontem, da sua 15ª edição, a primeira da era do pré-sal, a Rio Oil & Gas, feira industrial de petróleo realizada a cada dois anos, mostrou a mudança de patamar que a descoberta de óleo nas camadas mais profundas do subsolo marinho trouxe para a indústria brasileira do setor. Nada menos do que 1.300 expositores se acotovelarão até sexta-feira em seis pavilhões, incluindo dois provisórios especialmente construídos para o evento, uma área recorde de 36 mil metros quadrados. No total, 26 países estão representados no evento - Reino Unido, Itália, Estados Unidos, Canadá, França, Noruega e Holanda -, grande parte deles com as maiores delegações já trazidas à feira desde que ela foi criada pelo Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP), em 1982.
O pavilhão do Reino Unido reúne 29 expositores fixos, mas outras 40 empresas britânicas circularão pelo evento até o final desta semana. Segundo Renato Cordeiro, gerente da área de Óleo e Gás do United Kingdom Trade&Investment (UKTI) no Brasil, essas presenças flutuantes serão empresas que farão parte de quatro missões de diferentes regiões do Reino Unido que estarão visitando a feira de petróleo e gás. É a maior delegação britânica vinda exclusivamente para o evento. Há também grandes empresas britânicas, como a BP, expondo individualmente.