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GC nº 63Setembro 2015 Matéria 9 de 25
Sumário
  1. EditorialAviação regional difícil de decolar
  2. Jogo RápidoESPAÇO SOBRATEMA
  3. Jogo RápidoMelhor Pós-Venda de 2015
  4. Jogo RápidoChineses de olho na Bahia
  5. Jogo RápidoAcordo libera obras de aeroporto privado
  6. Jogo RápidoR$ 5 milhões para obras de pavimentação
  7. Jogo RápidoVenda de imóveis em SP cresce em junho
  8. Jogo RápidoConstrutoras usam produtos biodegradáveis em obras
  9. Jogo RápidoTúnel Santos-Guarujá ainda demora
  10. Jogo RápidoDânicaZipco: fusão cria empresa de vanguarda
  11. Jogo RápidoMais 2.555 unidades do Minha Casa, Minha Vida
  12. EntrevistaTecnologia para enfrentar a crise hídrica
  13. EntrevistaETE Boa Vista eleva a 100% esgoto tratado em Campinas
  14. Máquinas E EquipamentosCom as vantagens de nascer no Brasil
  15. Construção SustentávelNem uma gota além do necessário
  16. Ti Na ConstruçãoTecnologia integrando a construção de ponta-a-ponta
  17. Rodovias - Pontes E ViadutosPerigo anunciado
  18. EnergiaA força das PCHs
  19. Energia2014: Um ano especial para a energia solar fotovoltaica
  20. Momento ExpoConstruction Expo: parceria estratégica
  21. Construção Industrial - CmpcExpansão de fábrica de celulose enfrentou desafios de sustentabilidade e produtividade
  22. Excelência Operacional & Lean ConstructionPrevisibilidade x Produtividade
  23. Concreto HojeDesconhecimento impede maior adoção do concreto autoadensável no Brasil
  24. ArtigoNa crise também surgem oportunidades!
  25. Agenda 2015Tecnologia a serviço do meio ambiente
Jogo Rápido

Túnel Santos-Guarujá ainda demora

Exclusivo GC 7 de setembro de 2015 · Edição 63

O projeto do túnel submerso ligando Santos a Guarujá (SP) poderá demorar pra sair do papel. Isso só acontecerá depois que o Estado tiver autorização da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) para ampliar seu endividamento em R$ 7 bilhões. Nesse montante, está incluso R$ 1,3 bilhão necessários para a obra.  A STN confirma que recebeu pedido do Estado para autorizar a ampliação da dívida em R$ 7 bilhões. “A liberação desse pedido está atrelada à análise técnica e à autorização superior da inclusão de operações de crédito na Revisão do Programa de Reestruturação e Ajuste Fiscal”, diz o órgão. Em outras palavras, a liberação do dinheiro está na pendência de análise do Governo Federal, que neste momento faz contingenciamento de recursos em razão da crise econômica.

O investimento total previsto para o túnel é de R$ 3,2 bilhões, a serem cobertos com financiamento de R$ 2,3 bilhões pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e aporte de R$ 900 milhões do Estado. O BNDES já liberou R$ 938 milhões, faltando o montante de R$ 1,3 bilhão que o Estado pleiteia para complementar a verba. Não se sabe quando vai haver essa liberação. Aguardamos o avanço dessa situação e uma sinalização do Governo Federal, para poder programar a publicação”, ressalta o presidente da Dersa, Laurence Casagrande Lourenço.

Ele prefere não fazer previsões de quando o projeto do túnel deve ter andamento. “A situação federal ainda é muito incerta. Nós tivemos um momento não só de crise econômica, como também de crise política. Acho que qualquer previsão agora é muito prematura”.

O TCE mandou paralisar a licitação da obra do túnel submerso em 30 de janeiro deste ano, sob alegação de “afastar possíveis improbidades” presentes no edital. Analisados os documentos, o órgão determinou que a Dersa corrigisse o edital para abrir nova licitação.

Na decisão, assinada pelo conselheiro Dimas Eduardo Ramalho, o TCE aponta 24 falhas contidas no primeiro edital da obra e pede para que elas sejam retificadas em uma nova versão.

Atualmente, a Dersa realiza a revisão e detalhamento do conteúdo do projeto de engenharia do túnel submerso, conforme explica. Este trabalho compreende a execução de ajustes nos projetos de escavação das paredes diafragma e nas fundações e escoramento da doca seca.