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GC nº 76Jan/Fev 2017 Matéria 11 de 26
Sumário
  1. EditorialResíduos da construção: o desafio da destinação correta
  2. Jogo RápidoEspaço Sobratema
  3. Jogo RápidoCPTM recebe novo trem para a Linha 7-Rubi
  4. Jogo RápidoSaint-Gobain cria rede de profissionais da construção
  5. Jogo RápidoProjetos de trens regionais aguardam interesse privado
  6. Jogo RápidoParceria inédita entre Grupo CCR e Waze conecta motoristas à rodovia
  7. Jogo RápidoGoverno Temer anuncia a construção de presídios no País
  8. Jogo RápidoUsinas de Angra batem recorde de geração de energia em 2016
  9. Jogo RápidoAsia Shipping inaugura novo armazém junto ao Porto de Itajaí
  10. Jogo RápidoExpansão do Hospital Sírio-Libanês é certificada com LEDD Gold
  11. Jogo RápidoEstaleiro Mauá foca em reparo de navios e serviços portuários para crescer
  12. EntrevistaPEC do licenciamento ambiental divide opiniões
  13. Obra ArteHercílio Luz é modelo de recuperação de pontes metálicas históricas
  14. Resíduos SólidosFaz bem para o meio ambiente e para o bolso
  15. Pré-Fabricados De ConcretoShopping Morumbi Town
  16. Startups 2017Um caminho para o amanhã
  17. Mão De ObraO "legado" dos 100 mil desempregados
  18. Momento ExpoSustentabilidade em evidência
  19. Concreto HojeVocê já pensou no custo por perigo de uma construção?
  20. EventoBAU 2017: arquitetura e construção conectados com o futuro
  21. EventoUm profundo mergulho na arquitetura de Munique
  22. Evento"Shows" de especialistas
  23. EventoNo mundo do concreto
  24. EventoVitrine de grandes novidades
  25. ArtigoSaneamento e os desafios para os novos prefeitos
  26. Agenda 2017Conhecendo o novo cenário das concessões no Brasil
Jogo Rápido

Estaleiro Mauá foca em reparo de navios e serviços portuários para crescer

Exclusivo GC 14 de fevereiro de 2017 · Edição 76

Em meio à crise da indústria de petróleo e gás, que abalou severamente o setor da indústria naval no Brasil, o Estaleiro Mauá, no Rio de Janeiro, com várias obras paralisadas após questões judiciais e desentendimentos com a Petrobras, vem redefinindo algumas de suas prioridades e dando uma ênfase maior a dois focos, como alternativa de recuperação: o reparo de navios e os serviços portuários.

Heitor Ciuffo, gerente de Terminal Portuário do grupo, conta que o projeto do estaleiro é se estabelecer como uma plataforma portuária industrial, atendendo a diversas demandas dos clientes, desde a logística até a parte de serviços ambientais, destacando a localização, na Baía de Guanabara, como um fator atrativo ao mercado. “E nós temos 680 metros de cais dentro dessa baía, com todas as legalizações ambientais, outorgas e condições. Então isso vale muito. É um grande facilitador em termos de custo”, diz.

O gerente geral de reparos navais do Mauá, William Lima, reconhece, no entanto, que as atividades de reparos ainda são o principal gerador de receita para o grupo, que pretende usar esse serviço já consolidado para conquistar novos negócios. “O cliente pode vir com uma necessidade de reparo e também terá as facilidades de atendimento portuário”, afirma.