Newsletter
Início› Exclusivo› Edição 22 ← Voltar à edição
GC nº 22Dezembro 2011 Matéria 16 de 28
Sumário
  1. EditorialA Educação e o Projeto de Nação
  2. Jogo RápidoR$ 49,6 milhões para obras na Rocinha
  3. Jogo RápidoPoucos recursos para gargalos nos aeroportos brasileiros
  4. Jogo RápidoMais navios para a Petrobras
  5. Jogo RápidoEngenharia Compartilhada é o Melhor Trabalho Técnico de 2011
  6. Jogo RápidoSustentabilidade na construção
  7. Jogo RápidoTúnel ligará Santos a Guarujá
  8. Jogo RápidoAtlas Copco adquire a GIA
  9. Jogo RápidoOposição a Kassab alterar Piritubão
  10. Jogo RápidoFurnas e Alupar vão construir dez parques eólicos no Ceará
  11. Jogo RápidoLivro analisa a produtividade na pré-fabricação de tubulações industriais
  12. EntrevistaFerroanel: solução depende de acordo com iniciativa privada
  13. ItaquerãoSonho feito de concreto, aço e polêmica
  14. ItaquerãoEstádio nasce sob o signo da polêmica
  15. Balanço E PerspectivasIndústria da Construção: Muito foi conquistado, mas ainda há muito por fazer
  16. Balanço E PerspectivasBrasil precisa aperfeiçoar regulamentações
  17. Balanço E PerspectivasMomento surpreendente
  18. Balanço E PerspectivasCenário interno é positivo, mas o externo preocupa
  19. Balanço E PerspectivasBR-101/ES: expectativa para 2012
  20. Balanço E PerspectivasSem planos na área política
  21. Balanço E Perspectivas2011 marca processo de estabilização econômica
  22. Balanço E PerspectivasBrasil em situação privilegiada
  23. Balanço E PerspectivasBrasil estará entre as cinco maiores economias globais
  24. Mobilidade UrbanaCorredor expresso Transoeste rumo à Copa e Olimpíada
  25. Fundações E GeotecniaAs vedetes da engenharia"invisível"
  26. Copa 2014Maracanã: obras avançam dentro de conceitos de sustentabilidade
  27. Concreto HojeConcreto Sustentável
  28. ArtigoCatástrofes e a Engenharia das incertezas e não linearidades
Balanço E Perspectivas

Brasil precisa aperfeiçoar regulamentações

Exclusivo GC 5 de janeiro de 2012 · Edição 22

Para o presidente da UTC, Ricardo Pessôa, o crescimento da economia brasileira até o terceiro trimestre é um dos principais pontos positivos a destacar neste ano de 2011, associados aos investimentos em infraestrutura necessários para que o país possa crescer além daqueles relacionados ao programa do Pré-sal.

Os pontos negativos, no entanto, não deixam de ser citados por ele, como a manutenção da carga tributária e de encargos sociais e trabalhistas; o elevado custo do capital; a falta de mão de obra qualificada diante dos empreendimentos existentes. E, por fim cita como desafio a chegada das empresas europeias para disputar o mercado interno com as empresas nacionais, em razão da fragilidade da economia da Europa.

Na opinião do empresário, em 2012 o Brasil continuará a crescer em ritmo mais lento, sendo que o crescimento do PIB deve se situar na faixa de 3,5%. Ele prevê que “haverá a diminuição no ritmo de exportações em razão da desaceleração da economia mundial. O setor de serviços será o destaque na criação de empregos, com possibilidades de desaceleração nos demais setores”, destaca.

Pessoa destaca que o Brasil necessita de investimentos em infraestrutura, mas persiste uma demanda represada notadamente para o segmento de construção e montagem. Ele enfatiza ainda necessidade de novas regulamentações e adequações para facilitar as condições de financiamento para esses investimentos, sem interromper o ciclo já estabelecido. A seu ver, hoje há fluxo de investimentos e projetos, mas novas regulamentações são necessárias para facilitar o crescimento dos investimentos de forma menos onerosa.

Para que ocorra a dinamização desejada, na opinião de Ricardo Pessoa, há necessidade de medidas complementares no campo da política econômica – visando a diminuição de carga tributária, encargos sociais e trabalhistas. Também menciona a necessidade de facilitar a aquisição e implementação de tecnologia de ponta para produção, assim como subsídios e incentivos governamentais às empresas que atuam no setor. E reforça a necessidade de desburocratização da legislação fiscal e trabalhista e por fim a capacitação de mão de obra.

Mas finaliza com uma perspectiva favorável ao Brasil: “O Brasil manterá o crescimento num patamar entre 3% a 5%, com destaques principalmente para os setores: petróleo, gás, químico/petroquímico e infraestrutura. A inflação ficará dentro das metas previstas com pequenas variações sazonais”.