Depois de chegar ao fim do ano passado com receita e resultado acima do patamar pré-crise mundial de 2008, a Guerra, fabricante de reboques e semirreboques rodoviários, admite implantar nova fábrica no país ou recorrer a aquisições a partir de 2012. Até lá a empresa calcula que esgotará a capacidade instalada de mil unidades por mês nas cinco fábricas distribuídas entre Caxias do Sul e Farroupilha, no Rio Grande do Sul, e Guarulhos, em São Paulo, e precisará encontrar alternativas para crescer.
"Essas são possibilidades colocadas, mas ainda não há nada definido", disse Alex Sandi, diretor de administração e finanças da empresa controlada desde 2008 pela gestora de fundos de "private equity" Axxon Group. Segundo ele, em 2010 a Guerra produziu 9,4 mil unidades, ante 6,6 mil em 2009, e a previsão é chegar a 10 mil neste ano e a 10,7 mil em 2012. A carteira de pedidos já alcança três meses de produção, um mês a mais do que no início de março de 2010.