Projeto envolveu uso de soluções inteligentes da Indústria 4.0 para mapear atividades da unidade, codificar os processos e criar Gêmeo Digital da planta
Segundo as empresas, a transformação do Complexo Químico de Guaratinguetá (SP) em uma planta inteligente abrangeu a digitalização de mais de 15 mil documentos com informações sobre as atividades do Complexo Químico da Basf, o que tem gerado ganhos de engenharia nas linhas de produção, com otimização dos processos internos, redução de custos e erros e diminuição do tempo de parada da planta.
Com o uso do software Comos, um software de engenharia integrada multidisciplinar, foi feito o mapeamento de todas as atividades e codificados todos os processos da unidade produtiva, uma das maiores fábricas da Basf na América do Sul, com produtos com mais de 1.500 aplicações no mercado, como soluções de proteção de cultivos, metilato de sódio, matérias primas para adesivos, resinas, tintas, detergentes, cosméticos e soluções para o mercado automotivo, entre outros. “O desafio do projeto foi atualizar o antigo sistema de controle de uma das unidades do Complexo”, diz a empresa em comunicado.