A empresa já percorreu China e Coreia em busca de fornecedores que possam oferecer produtos em larga escala e custos menores. O próximo passo será dado na Argentina, conforme apurou o iG. “Se pudermos, daremos preferência ao Mercosul, [desde que seja] com preço competitivo”, afirma Paulo Sergio Alonso, gerente de Engenharia de Materiais da Petrobras. “Nossa percepção é que a Argentina possui uma cadeia produtiva importante.”
Alonso diz que a Petrobras traçou estratégias diferentes para deixar no País o maior percentual possível dos seus investimentos. Serão US$ 174 bilhões nos próximos cinco anos. A Petrobras pode se tornar sócia de fornecedores em segmentos considerados importantes, como fabricantes de tubos e linhas flexíveis (a empresa é a maior consumidora mundial desse último).