Ao divulgar o Procop (Programa de Otimização de Custos Operacionais) hoje a Petrobras não informou como vai atingir alguns dos objetivos propostos nas áreas de negócios.
A princípio, é claramente uma boa notícia. Mas existem três pontos que poderiam ser melhor esclarecidos pela Petrobras a propósito do seu programa de redução de custos que pretende cortar R$ 32 bilhões em despesas nos próximos quatro anos. O primeiro: dá para acreditar? Em segundo lugar, falta explicar a natureza de algumas das reduções mencionadas, e dentre essas medidas, quais ela mesma pode resolver e quais dependem de melhora do setor de infraestrutura brasileiro. Em terceiro, e não mais importante, se é tão fácil cortar R$ 8 bilhões em despesas por ano, porque não fez isso antes?
Ao divulgar o Procop (Programa de Otimização de Custos Operacionais) hoje a Petrobras não informou como vai atingir alguns dos objetivos propostos nas áreas de negócios. Não está claro, por exemplo, como será possível reduzir “o número de horas” de estadia nos portos. A empresa não informa de que portos está se referindo (se no Brasil ou exterior) e nem como poderá intervir na conhecida ineficiência da infraestrutura portuária do país.