O diretor financeiro e de Relações com Investidores da Petrobras, Almir Barbassa, afirmou que a empresa não tem atualmente uma projeção de sobreoferta de gás com a entrada em produção dos grandes campos do pré-sal. Segundo ele, apesar de entre 15% e 20% da composição do óleo do pré-sal ser de gás associado, ainda não há uma definição sobre o quanto poderá ser produzido e o quanto será reinjetado para ajudar na prospecção de óleo.
"Ainda estudamos a alternativa mais eficiente. É um reservatório completamente novo e são necessários estudos para buscar a melhor forma de produzir o petróleo que está lá", disse Barbassa, que participou do Rio Investors Day, no Rio de Janeiro. "Na visão que temos hoje não há sobreoferta de gás pelo aumento de produção do pré-sal", acrescentou, lembrando que a estratégia da companhia nas regiões em que produz gás tem sido desenvolver o mercado.