Houve aumento no Galeão (R$ 4,65 bi para R$ 4,73 bi) e redução em BH (R$ 1,56 bi para R$ 994 mi)
Após a entrega dos estudos de concessão dos aeroportos do Galeão (RJ) e de Confins (MG) ao presidente interino do Tribunal de Contas da União (TCU), Aroldo Cedraz, o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Moreira Franco, e o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil, Marcelo Guaranys, divulgaram mudanças nas regras da concessão. Entre elas está a mudança do valor de outorga, o lance mínimo de cada leilão. Houve aumento para o Galeão, de R$ 4,65 bilhões para R$ 4,73 bilhões, e redução para Confins, de R$ 1,56 bilhão para R$ 994 milhões.
O valor do investimento total ao longo das duas concessões também mudou. O valor de R$ 5,2 bilhões para o Galeão aumentou para R$ 5,8 bilhões. Em Confins, o investimento passou de R$ 3,25 bilhões para R$ 3,6 bilhões. Outra mudança anunciada foi sobre a construção de uma terceira pista de pousos e decolagens no Galeão, que teria prazo para construção. O prazo deixa de existir e a construção dependerá do aumento da demanda no aeroporto. A meta estabelecida é que a pista esteja pronta apenas quando o movimento de aeronaves a cada ano chegar a 265 mil.