Com US$ 20 bilhões, fundo terá gestão dividida entre os dois países; foco deve ser infraestrutura
Em busca de alternativas para financiar projetos em infraestrutura após o encolhimento da atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES),o governo começou dia 26 de junho, a receber inscrições de projetos de candidatos a financiamento ou até sociedade pelo Fundo Brasil-China de Cooperação para Expansão da Capacidade Produtiva. A abertura ocorreu no meio da tarde, para dar condições isonômicas a empresários nacionais e chineses.
O fundo, lançado em 2015 com valor de US$ 50 bilhões, ficou em US$ 20 bilhões, sendo US$ 5 bilhões do lado brasileiro e US$ 15 bilhões do chinês. Trata-se de uma experiência inédita para os países. Diferentemente dos outros 15 oferecidos pela China, esse fundo tem gestão paritária, com três votos de cada lado. Além disso, os chineses abriram mão de exigir que os projetos financiados contratem construção ou comprem equipamentos chineses.