A falta de dragagem em alguns pontos do rio Paraguai, compromete a navegação e coloca em risco a viabilidade da hidrovia
A revelação foi feita pelo presidente da Associação Ambientalista, Turística e Empresarial de Cáceres (ASATEC) Cleris Tubino. Em alguns trechos, como nas proximidades da reserva Ecológica do Taiamã, segundo ele, a situação já é critica. Tubino afirma que a última dragagem no rio foi realizada pela Administradora da Hidrovia do Rio Paraguai (AHIPAR) em 2009. No entendimento do presidente da AZPEC o trabalho carece de ação política.
“Hidrovia é como uma rodovia. Necessita de constante manutenção. Caso contrário o seu uso fica inviabilizado. E, é isso que está ocorrendo com o rio Paraguai” explicou informando que a AZPEC manteve contato com a direção da AHIPAR no final de 2011, oportunidade em que apresentou a gravidade da situação. Tendo recebido como resposta, de acordo com Cleris Tubino, que a administradora já dispõe de toda estrutura, inclusive equipamentos, para realização do trabalho. Porém, a dragagem prevista para o início de 2012 ainda não aconteceu porque o processo está em fase de licitação.