Fábrica de cascos começa a ser instalada em julho e construção das estruturas se inicia em outubro
Um importante negócio no setor da construção naval foi confirmado oficialmente. O sócio da Engevix Gerson de Mello Almada admitiu ontem as transações para a compra do dique seco do Rio Grande e de seu projeto de expansão, hoje pertencente à empresa WTorre. "Estamos em negociação, existe a intenção", afirma o dirigente.
A Engevix entra nessa iniciativa em parceria com o Funcef (Fundo dos Empregados da Caixa Econômica Federal). Almada, no entanto, prefere não se manifestar sobre qual será a participação de cada grupo no negócio. O dique seco e sua continuação também são conhecidos como Estaleiros Rio Grande 1 e 2 (ERG 1 e ERG 2). O ERG 1 terá capacidade para construir ou reparar de duas a três plataformas de petróleo ao mesmo tempo e sua inauguração deve ocorrer no dia 31 deste mês. Já no ERG 2, será desenvolvida a construção de navios supply boat (destinados à prospecção e produção de petróleo e gás) e de embarcações convencionais para o transporte de minérios.