O crescimento do setor de energia eólica deve puxar, neste ano, a demanda por fundidos e usinados da Romi, de acordo com avaliação do diretor-presidente da empresa, Livaldo Aguiar dos Santos
O crescimento do setor de energia eólica deve puxar, neste ano, a demanda por fundidos e usinados da Romi, de acordo com avaliação do diretor-presidente da empresa, Livaldo Aguiar dos Santos. Após retração decorrente do acirramento da crise em 2008, a colocação de pedidos desses produtos para o setor de energia eólica voltou a crescer no fim do ano passado.
No primeiro trimestre, a entrada de pedidos no segmento de fundidos e usinados chegou a R$ 38,149 milhões, com expansão de 73,7% ante o intervalo equivalente de 2010 e de 177,9% na comparação com o quarto trimestre do ano passado. A entrada total de pedidos somou R$ 178,937 milhões (valor bruto, com impostos) no primeiro trimestre, 13,1% acima do mesmo período do ano passado e 23,4% superior à do último trimestre de 2010. Além de fundidos e usinados, a entrada de novos pedidos foi composta por R$ 110,370 milhões de máquinas-ferramenta e R$ 30,418 milhões de máquinas para plástico. No segmento de máquinas-ferramenta, a demanda é puxada por setores de bens de capital e máquinas agrícolas, enquanto as embalagens lideram a procura por máquinas para plástico.