O empresário Benjamin Steinbruch, principal acionista e presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), acaba de aprovar no conselho da empresa um plano de investimento de R$ 34 bilhões até 2016. O valor é gigante, pois abrange um leque de investimentos enorme: muitos dos projetos já estão em andamento, uns com pendências para sair do papel. Há o caso da ferrovia Transnordestina, de R$ 5,4 bilhões, com mais dificuldade de avançar, que depende também de decisões de governos.
Ele se diz otimista com a economia do país, que, ao seu ver, pode receber mais 60 milhões de novos consumidores. "Só depende de três fatores básicos: geração de emprego, renda e crédito". Por isso, confiante na força que ganhou o mercado interno brasileiro, enxerga que é o momento para definir investimentos nos atuais e novos negócios. Exemplos: fabricação de cimento e de aços longos.