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CSA: uma siderúrgica que começou errado

Controlada por Vale e ThyssenKrupp, a CSA enfrenta dificuldades desde o início do projeto, em 2005. Agora tenta reverter os problemas ambientais que causou

Alexandre Rodrigues e Glauber Gonçalves 08/02/2011 às 13h51
CSA: uma siderúrgica que começou errado

Fonte: O Estado de S.Paulo

Cinco anos depois do casamento entre a alemã ThyssenKrupp e a Vale para tirar do papel a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), o início das operações da usina tem sido marcado por uma série de desacertos operacionais que mantém tortuoso o caminho do que é considerado o maior investimento dos últimos anos no Rio de Janeiro.

O empreendimento liderado por um dos grupos mais tradicionais da siderurgia mundial, submetido a rígidas leis ambientais na Alemanha, está envolto por nuvens de poeira cinza que atingem comunidades vizinhas e já custaram R$ 18 milhões em multas e indenizações. Falhas na linha de produção obrigaram a companhia a investir R$ 100 milhões para corrigi-los e estancar a poluição que ameaça a produção plena da planta e sua licença de operação definitiva.

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