Nevasca no Chile mostra que as empresas precisam aplicar plano de ação estratégico para cada território circulado
A criação do Acordo sobre o Transporte Internacional Terrestre entre os Países do Cone Sul (Mercosul), na década de 1990, composto por Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Peru, Paraguai e Uruguai, possibilitou a circulação segura de bens e de pessoas entre os países acordados. Dessa forma, as normas do tratado preveem diversas documentações oficiais que devem ser portadas durante o transporte terrestre de mercadorias.
Segundo a UXCOMEX, empresa consultora em gerenciamento de processos do transporte, em 2019 o Brasil exportou um valor somado de 225,383 bilhões de dólares, fazendo com que o modal rodoviário seja responsável por cerca de 2,5% do valor total. Com isso, o território brasileiro é referência nas mercadorias transportadas nas malhas internacionais. Porém, as empresas que obtêm o serviço do Mercosul sofrem com alguns desafios na realização de suas atividades, sendo o principal, descrito por profissionais da área, a infraestrutura de um país para o outro.