A Bertin foi bem-sucedida na sua operação, lançada na semana passada, para conseguir mais prazo para levantar R$ 370 milhões devidos ao governo de São Paulo como outorga pela concessão do Rodoanel Sul-Leste. A empresa adiou a exigência por 30 dias, até 3 de março. Prevista em contrato, a prorrogação exigia o consentimento da Agência Reguladora de Transportes de São Paulo (Artesp), que aprovou o pedido.
Arrematada pelo grupo em 4 de novembro de 2010, a concessão exige, além da outorga, investimentos de R$ 5 bilhões, R$ 4 bilhões apenas na construção do trecho Leste - o trecho Sul já está operando. O edital determina que a obra deve ser entregue no prazo de 36 meses a partir da assinatura do contrato, e os outros investimentos devem ser feitos ao longo do contrato de concessão. Uma vez terminada a obra, o grupo assume os dois trechos, somando 105 km, por um prazo de 35 anos.