Um empreendimento que há anos é esperado pelos porto-alegrenses encontra-se em um momento delicado.
Em janeiro, a prefeitura da Capital gaúcha noticiava que as obras de revitalização do Cais Mauá começariam em agosto. No entanto, hoje, é dado como certo que essa intenção não se concretizará e há divergências se o complexo realmente sairá do papel.
Na primeira quinzena de julho, a falta de estudo de impacto ambiental era o motivo apontado para o adiamento do início dos trabalhos. O diretor-executivo da empresa Porto Cais Mauá do Brasil (consórcio que executará a estrutura), Mário Freitas, afirmava que não havia grandes atrasos e que estava mantida a perspectiva de que parte do projeto estaria pronta até a Copa do Mundo 2014. Procurado pelo Jornal do Comércio, o executivo informou agora que, por decisão dos principais acionistas do negócio, eles próprios assumiriam a função de porta-vozes e que esses empresários encontram-se na Espanha. Fazem parte do consórcio que dirige a Porto Cais Mauá do Brasil companhias como a Gis World Trade Barcelona, Solo Real, Pro Activa e Spin.